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Polícia Militar prende suspeito por violência doméstica mediante tortura em Barra do Garças

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Policiais militares do 5º Comando Regional prenderam em flagrante, na noite desta terça-feira (27.10), um homem, de 18 anos, suspeito por violência doméstica mediante tortura contra uma mulher, de 20 anos, em Barra do Garças (520 km de Cuiabá). As equipes do 5° Batalhão foram acionadas para se deslocarem até uma residência no bairro São José, no município. 

Assim que os militares chegaram, os vizinhos relataram gritos e pedidos de socorro vindos da vítima. Os policiais entraram na casa e flagraram o suspeito desferindo um soco contra a mulher, que caiu sobre um sofá enquanto tentava se defender. O homem foi abordado e detido. 

A vítima relatou que sofre agressões recorrentes, incluindo tapas, chutes e enforcamentos. Naquela noite, ela teria sido agredida com socos na cabeça, puxões de cabelo e chutes na região do quadril e nas partes íntimas, além de ter sido arrastada e ter a cabeça batida contra o piso da residência.

A mulher também informou possuir registros em vídeo de agressões anteriores. Os policiais constataram danos no guarda-roupa do casal e no celular da vítima. Conforme o relato, o suspeito teria destruído o aparelho com a intenção de eliminar provas das agressões anteriores.

A vítima relatou fortes dores na cabeça, no couro cabeludo e na região íntima em consequência das agressões. O suspeito foi detido e conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência. 

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939. 



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Polícia

Polícia Civil deflagra operação contra facção criminosa com atuação em três municípios de MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quarta-feira (28.10), a Operação Patrinus, com o cumprimento de 13 mandados judiciais contra um grupo criminoso com atuação em Tabaporã, investigado por tráfico de drogas, associação para o tráfico e participação em facção criminosa.

Foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e nove de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo de Juína, com base nas investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia de Tabaporã.

As ordens judiciais foram cumpridas em endereços nos municípios de Tabaporã e Sinop, além do Complexo Penitenciário Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande.

Investigação

As investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia de Tabaporã tiveram início após a apreensão de aparelhos celulares e a análise dos dados, mediante autorização judicial.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As informações extraídas revelaram a existência de um grupo criminoso estruturado em Tabaporã, com ramificações em outros municípios do Estado, hierarquia definida, divisão de tarefas e atuação coordenada na comercialização de entorpecentes.

Conforme o delegado de Tabaporã, Geremias Ferreira, os indícios apontam que o grupo criminoso tinha uma liderança no interior do sistema prisional, responsável pelo gerenciamento da distribuição de drogas, pelo controle financeiro e pela transmissão de ordens aos demais integrantes.

“A equipe de policiais civis também identificou os suspeitos que atuavam na logística, no armazenamento, no recolhimento de valores e na venda direta das substâncias ilícitas aos usuários”, afirmou o delegado.

Cumprimento de mandados

As buscas nos endereços indicados nas ordens judiciais tiveram como objetivo localizar drogas, armas de fogo, munições, valores em espécie, aparelhos celulares e outros materiais relacionados à atividade criminosa.

Em Várzea Grande, os policiais civis apreenderam celulares, carregadores e drogas na cela ocupada por um dos alvos da operação, que está recolhido na unidade prisional.

Todo o material apreendido será submetido à análise e à perícia.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Apoio operacional

Coordenada pela Delegacia de Polícia de Tabaporã, a operação contou com o apoio de equipes das Delegacias Regionais de Juína, Sinop e Várzea Grande.

Nome da operação

O nome Patrinus tem origem no latim e remete à palavra “padrinho”. A denominação faz referência direta a um dos homens apontado como principal alvo da operação, que, segundo as investigações, atuava como padrinho de jovens cooptados para a prática de atividades criminosas. Ele está atualmente custodiado no sistema penitenciário.

A Polícia Civil ressalta que a operação integra as ações permanentes de enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas no interior do Estado.



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