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ELEIÇÕES 2026

Lúdio Cabral provoca Abílio: “É o maior cabo eleitoral que tenho”

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Política

Petista afirma que críticas do prefeito de Cuiabá acabam fortalecendo sua candidatura a deputado estadual e acusa gestão de incompetência

O pré-candidato a deputado estadual Lúdio Cabral (PT) reagiu às críticas do prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), sobre sua aproximação política com o deputado federal Emanuelzinho (MDB) e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

Em tom provocativo, Lúdio afirmou que o próprio prefeito estaria contribuindo para impulsionar sua candidatura nas eleições de 2026.

“Gravem e publiquem: o Abílio é o maior cabo eleitoral que eu tenho na minha eleição para deputado estadual aqui em Cuiabá”, declarou.

Lúdio disse que tem percorrido bairros da capital e relatou ter recebido manifestações de moradores que, segundo ele, estariam insatisfeitos com a atual administração municipal. O petista afirmou ainda que algumas pessoas teriam declarado arrependimento por terem votado em Abílio nas eleições de 2024.

Na sequência, o candidato direcionou as críticas para a gestão municipal e afirmou que o prefeito estaria utilizando ataques políticos para desviar a atenção de problemas enfrentados pela cidade.

Lúdio citou recursos de emendas destinados à saúde de Cuiabá e afirmou ter destinado R$ 13,5 milhões para a área após as eleições municipais de 2024. Entre os valores mencionados estão R$ 2 milhões para a reforma, ampliação e aquisição de equipamentos para a Policlínica do Pedra 90 e R$ 4 milhões para a reabertura da Policlínica do Coxipó.

Segundo Lúdio, os recursos já teriam sido depositados nos cofres municipais, mas a execução das obras estaria atrasada. Ele também criticou as condições de conservação de praças e espaços públicos no centro da capital, citando as praças da República, Alencastro e Ipiranga.

Ao concluir, Lúdio afirmou que Abílio pode continuar associando seu nome ao PT e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas avaliou que, na prática, as críticas acabam ampliando sua exposição política.

A troca de declarações ocorre em meio à movimentação dos grupos políticos de Mato Grosso para as eleições de 2026, com nomes que devem disputar vagas na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa já intensificando a presença pública.

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Política

Chapa homogênea do PSDB abre espaço para novos nomes conquistarem vaga na ALMT com até 20 mil votos

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Chapa homogênea do PSDB consolida 3ª vaga na Assembleia — e vaga pode ser conquistada com 17 a 20 mil votos

Cenário abre espaço para um candidato que ainda não é deputado estadual chegar à Assembleia pelo PSDB

A disputa pelas cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso começa a ganhar contornos cada vez mais definidos, e o PSDB se consolida a terceira vaga.

Um dos principais fatores que favorecem o partido é a característica da sua chapa: uma nominata homogênea, com candidatos competitivos e capacidade de votação distribuída entre diferentes regiões do Estado.

Essa distribuição é importante porque, na eleição proporcional, não é apenas a votação dos candidatos mais fortes que determina o resultado. A soma dos votos de toda a chapa é fundamental para que o partido conquiste novas cadeiras.

E é justamente essa força coletiva que garante o PSDB a terceira vaga.

Uma vaga que pode ser de um novo nome

O cenário chama ainda mais atenção porque essa terceira cadeira pode ser ocupada por um candidato que ainda não é deputado estadual.

A avaliação da matemática eleitoral aponta para uma possibilidade bastante concreta: um candidato do PSDB que alcançar uma votação entre 17 mil e 20 mil votos poderá estar na disputa direta pela terceira cadeira, dependendo do desempenho final da chapa e da distribuição das vagas.

Isso muda a perspectiva de muitos candidatos.

A eleição não está restrita aos nomes que já possuem mandato. Pelo contrário: a própria característica homogênea da chapa cria espaço para que pelo menos um candidato novo cresça, alcance uma votação competitiva e termine a eleição entre os eleitos.

A força está na soma

Em uma chapa homogênea, a votação não fica concentrada exclusivamente em poucos candidatos.

Isso faz com que cada candidatura tenha importância para o resultado final.

Quanto maior a votação coletiva do PSDB, maior as possibilidades de o partido

E, uma vez conquistada a vaga, a disputa passa a ser individual: quem conseguir alcançar a votação necessária estará entre os nomes com possibilidade de ocupar essa cadeira.

É por isso que a faixa de 17 mil a 20 mil votos ganha importância.

Não significa que exista um número exato ou uma garantia de eleição, já que o resultado depende da votação total, do quociente eleitoral e das regras de distribuição das sobras. Mas indica uma faixa em que um candidato novo pode, efetivamente, entrar na briga.

A oportunidade está aberta

O cenário deve servir como estímulo para todos os candidatos do PSDB.

Um candidato que consiga ampliar sua votação, fortalecer sua presença nos municípios e transformar apoio político em votos pode chegar ao final da apuração com uma votação suficiente para ocupar uma cadeira na Assembleia.

Por isso, a reta final será decisiva.

Para um candidato novo, chegar à faixa de 17 a 20 mil votos pode significar muito mais do que uma boa votação: pode significar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

A eleição ainda está aberta.

E, dentro de uma chapa homogênea e competitiva como a do PSDB, cada voto pode ser o voto que faltava para transformar um novo candidato em deputado estadual.

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