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Chapa homogênea do PSDB abre espaço para novos nomes conquistarem vaga na ALMT com até 20 mil votos

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Chapa homogênea do PSDB consolida 3ª vaga na Assembleia — e vaga pode ser conquistada com 17 a 20 mil votos

Cenário abre espaço para um candidato que ainda não é deputado estadual chegar à Assembleia pelo PSDB

A disputa pelas cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso começa a ganhar contornos cada vez mais definidos, e o PSDB se consolida a terceira vaga.

Um dos principais fatores que favorecem o partido é a característica da sua chapa: uma nominata homogênea, com candidatos competitivos e capacidade de votação distribuída entre diferentes regiões do Estado.

Essa distribuição é importante porque, na eleição proporcional, não é apenas a votação dos candidatos mais fortes que determina o resultado. A soma dos votos de toda a chapa é fundamental para que o partido conquiste novas cadeiras.

E é justamente essa força coletiva que garante o PSDB a terceira vaga.

Uma vaga que pode ser de um novo nome

O cenário chama ainda mais atenção porque essa terceira cadeira pode ser ocupada por um candidato que ainda não é deputado estadual.

A avaliação da matemática eleitoral aponta para uma possibilidade bastante concreta: um candidato do PSDB que alcançar uma votação entre 17 mil e 20 mil votos poderá estar na disputa direta pela terceira cadeira, dependendo do desempenho final da chapa e da distribuição das vagas.

Isso muda a perspectiva de muitos candidatos.

A eleição não está restrita aos nomes que já possuem mandato. Pelo contrário: a própria característica homogênea da chapa cria espaço para que pelo menos um candidato novo cresça, alcance uma votação competitiva e termine a eleição entre os eleitos.

A força está na soma

Em uma chapa homogênea, a votação não fica concentrada exclusivamente em poucos candidatos.

Isso faz com que cada candidatura tenha importância para o resultado final.

Quanto maior a votação coletiva do PSDB, maior as possibilidades de o partido

E, uma vez conquistada a vaga, a disputa passa a ser individual: quem conseguir alcançar a votação necessária estará entre os nomes com possibilidade de ocupar essa cadeira.

É por isso que a faixa de 17 mil a 20 mil votos ganha importância.

Não significa que exista um número exato ou uma garantia de eleição, já que o resultado depende da votação total, do quociente eleitoral e das regras de distribuição das sobras. Mas indica uma faixa em que um candidato novo pode, efetivamente, entrar na briga.

A oportunidade está aberta

O cenário deve servir como estímulo para todos os candidatos do PSDB.

Um candidato que consiga ampliar sua votação, fortalecer sua presença nos municípios e transformar apoio político em votos pode chegar ao final da apuração com uma votação suficiente para ocupar uma cadeira na Assembleia.

Por isso, a reta final será decisiva.

Para um candidato novo, chegar à faixa de 17 a 20 mil votos pode significar muito mais do que uma boa votação: pode significar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

A eleição ainda está aberta.

E, dentro de uma chapa homogênea e competitiva como a do PSDB, cada voto pode ser o voto que faltava para transformar um novo candidato em deputado estadual.

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Sociedade civil manifesta preocupação ao TSE por censura nas redes

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Diversas entidades da sociedade civil entregaram nesta sexta-feira (23) uma nota pública ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para demonstrar preocupação com riscos de censura pelas plataformas que operam as redes sociais.

A manifestação foi assinada por 50 organizações sociais, movimentos populares e sindicatos que fazem parte do DiraCom – Direito à Comunicação e Democracia, entidade que atua na defesa do direito humano à comunicação.

As entidades acusam as plataformas digitais de falta de transparência na moderação e distribuição de conteúdos .

“Forças poderosas atuam contra as eleições de 2026 no Brasil, com o objetivo de desestabilizar a integridade do processo eleitoral e impedir o livre e soberano exercício do voto pelo povo brasileiro”, diz trecho da nota.

De acordo com as organizações, usuários, comunicadores e perfis políticos relataram que foram alvos de bloqueio de contas e redução de alcance de suas publicações. Além disso, foi citada a desativação da ferramenta de anúncios da conta oficial do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

>> TSE dá 24h para Meta e X explicarem distribuição de material político

A preocupação com decisões do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, também foi demonstrada pelas entidades , que citaram a tentativa de suspensão do canal do WhatsApp chamado “Exército do Lula”.

Na petição entregue ao corregedor da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Curva, as entidades defendem que as medidas do TSE contra desinformação devem estar baseadas em provas, respeito ao devido processo legal e à liberdade de expressão.

Proibição

Mais cedo, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, decidiu que o canal “Exército do Lula” não poderá ser suspenso ou restringido novamente por decisões individuais dos membros da Corte .

A decisão impede que Kassio Nunes Marques suspenda o canal novamente.

Ontem, o presidente do TSE atendeu ao pedido feito pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e determinou um pente-fino nas publicações do canal , que foi criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).



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