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Cobertura digital amplia alcance do São João sergipano
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A cobertura ao vivo de eventos realizados na capital e no interior do estado tem levado as festas juninas a novos públicos por meio das plataformas digitais. A iniciativa, promovida pela plataforma de entretenimento digital AjuFest, permite acompanhar shows, apresentações culturais e atrações típicas mesmo à distância, para quem não consegue participar dos eventos presencialmente.
Entre as celebrações acompanhadas pela plataforma estão o Arraiá do Povo, realizado na Orla da Atalaia, em Aracaju; o Forró Caju; a Festa dos Caminhoneiros, em Itabaiana; o São Pedro de Nossa Senhora do Socorro; o São João de Areia Branca; e o Forró Siri.
A programação de 2026 do Arraiá do Povo reunirá dezenas de atrações ao longo de 60 dias de programação. Além dos principais palcos da capital, parte da programação junina de Aracaju também ocorre de forma descentralizada. Neste ano, o Forró Caju chega a diferentes regiões da cidade, reunindo shows, manifestações culturais e apresentações de quadrilhas juninas voltadas à valorização da cultura popular.
Segundo Wadson Araujo, diretor executivo do AjuFest, a transformação digital da plataforma ocorreu de forma gradual. “Fomos acompanhando a evolução tecnológica, com o surgimento da primeira oportunidade de transmitir um evento ao vivo via internet, antes mesmo dessa nova onda do streaming”, afirma.
Com a ampliação da oferta de transmissões ao vivo, o acompanhamento da programação pela internet passou a fazer parte da experiência do público. Para Wadson Araujo, esse hábito está se consolidando entre os espectadores.
“Somos o único canal que transmite todos os principais eventos do estado, inclusive, já virou rotina do público procurar nosso canal para saber se está ao vivo nos eventos. No ano passado, fomos líderes em audiência no digital, com mais de 4 milhões de visualizações”, complementa.
Estrutura técnica sustenta transmissões
A transmissão simultânea de grandes eventos exige investimentos em equipamentos, conectividade e operação técnica. Um dos principais desafios da equipe do AjuFest continua sendo garantir conexão de internet de alta velocidade e estabilidade durante as coberturas realizadas em diferentes municípios.
Além da estrutura técnica, a programação dos festejos também influencia o interesse do público pelas transmissões. A presença de artistas nacionais e atrações tradicionais da música nordestina ajuda a atrair público para a cobertura digital.
A expansão das transmissões não se limita aos canais digitais tradicionais. Segundo Wadson Araujo, a estratégia para os próximos anos inclui novas formas de distribuição de conteúdo. “Estamos com uma grande parceria com o pessoal da Br in TV (canal disponível nas TVs Smarts das marcas Samsung, LG e TCL), levando o nosso conteúdo via streaming para mais pessoas no Brasil”, conta o executivo.
A plataforma Ajufest também tem ampliado sua presença digital por meio de seu canal no YouTube, que, de acordo com o empresário, lidera a audiência entre os canais dedicados à cobertura do segmento. O resultado reforça o alcance do conteúdo produzido pelo portal, que disponibiliza transmissões, entrevistas e informações atualizadas para o público. Os interessados podem acompanhar a programação e acessar os conteúdos diretamente pelo canal oficial do Ajufest no YouTube.
Para saber mais, basta acessar o site da AjuFest: ajufest.com.br.
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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs
A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.
O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.
Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.
Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.
A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.
Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.
A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.
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