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AMIKA Kart movimenta julho com etapas e torneio em SP

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A AMIKA Kart divulgou a programação de julho, com etapas de campeonatos de Rental Kart em diferentes kartódromos de São Paulo e a realização do Torneio de Inverno Anjos Colchões & Sofás, no Kartódromo Granja Viana, em Cotia (SP). O mês marca uma nova fase da temporada, com campeonatos chegando ao meio do calendário anual e pilotos buscando evolução técnica, regularidade e melhores posições nos rankings.

Entre os eventos previstos, o Clube Kart Brasil (CKB) terá etapa no Kartódromo Internacional Nova Odessa (KNO), em Nova Odessa (SP), com a categoria Night no dia 9 de julho e as demais categorias no dia 19. O Clube Kart Campinas (CKC) realiza etapa no Kartódromo San Marino, em Paulínia (SP), com a categoria Night no dia 15 e as demais disputas no dia 18.

No Kartódromo Granja Viana, a Copa AMIKA terá Mini Endurance no dia 23 e demais categorias no dia 26. O mesmo kartódromo recebe a sexta etapa do CPAK, também no dia 26. Já o Speed Park, em Birigui (SP), recebe a Taça AMIKA Xtreme no dia 25 e as demais categorias no dia 26. Também no dia 25, o Kartódromo KartSport Campinas, em Campinas (SP), recebe a quinta etapa da Copinha KSC.

Além dos campeonatos regulares, julho terá o Torneio de Inverno Anjos Colchões & Sofás, no dia 4, no Kartódromo Granja Viana. Diferente dos campeonatos, o torneio concentra todas as corridas em um único dia e faz parte do calendário anual da Liga Paulista de Kart Rental (PKR) e da Liga Nacional de Kart Rental (NKR).

Segundo Guilherme Putnoki, sócio-proprietário da AMIKA Kart, o torneio possui dinâmica diferente das etapas tradicionais. “O Torneio de Inverno concentra todas as corridas em um único dia. Apesar de ter uma categoria para estreantes, é uma modalidade mais indicada para pilotos que já possuem alguma experiência com o kart. O evento também soma pontos para os calendários da PKR e da NKR”, explica.

Julho coincide com as férias escolares, quando a busca por atividades de lazer costuma aumentar. No entanto, de acordo com Putnoki, o impacto direto nas competições tende a ser menor, já que os campeonatos estão em andamento.

“O período de férias pode refletir no interesse pelo kart, mas normalmente o kartódromo acaba tendo um benefício mais direto. Como nossos campeonatos estarão na metade da temporada, a adesão de novos pilotos nesse momento costuma ser mais baixa”, afirma.

Para quem já participa das etapas, o meio da temporada representa uma fase importante de evolução. Segundo Putnoki, é nesse momento que muitos pilotos iniciantes deixam de apenas participar das corridas e começam a competir de forma mais estratégica.

“Com os iniciantes, a evolução fica mais visível. Muitos mudam completamente a forma de pilotar, principalmente aqueles que se dedicam e participam dos workshops em parceria com a Academia do Kart, no KNO, e com a Pista & Pilotagem, no Kartódromo Granja Viana. Nessa fase, os pilotos já fazem tempos melhores e brigam por posições mais competitivas no grid”, comenta.

O clima mais frio de julho também pode influenciar o comportamento dos karts, especialmente nas primeiras voltas. A temperatura mais baixa pode favorecer o motor, mas exige atenção com pneus e aderência.

“O frio pode mudar o comportamento do kart. O motor normalmente tem desempenho um pouco melhor por trabalhar com temperatura mais baixa, favorecendo saídas de curva e finais de reta. Por outro lado, os pneus demoram mais para esquentar e alcançar a aderência ideal, já que eles e a pista estão mais frios”, explica Putnoki.

Com menor aderência no início das provas, os pilotos precisam adaptar a condução e evitar exageros. “As primeiras voltas exigem mais cuidado para que o kart não derrape, saindo de dianteira ou traseira. O piloto precisa manter a calma e fazer um trabalho mais contido no início”, acrescenta.

A preparação antes das etapas também ganha importância em dias frios. “Na parte física, é importante que o piloto mantenha o corpo aquecido antes de entrar na pista, fazendo uma pequena caminhada ou corrida estacionária. Isso ajuda a manter o corpo em equilíbrio”, orienta.

No meio da temporada, as etapas de julho também funcionam como oportunidade para testar estratégias, corrigir erros e buscar melhores resultados no ranking.

“O meio da temporada é um momento importante para que os pilotos façam testes e sejam mais ousados. Nessa altura, ainda temos tudo em aberto na classificação geral, e tudo pode acontecer para quem busca um lugar melhor no pódio final”, afirma Putnoki.

Segundo ele, a possibilidade de descartar o pior resultado em uma das etapas permite que os participantes assumam riscos calculados durante o campeonato.

“Com o descarte do pior resultado, aproveitar o meio da temporada para fazer testes se torna um momento ideal. Caso algo aconteça fora do previsto, o resultado não impacta diretamente na classificação geral”, explica.

Nos bastidores, a organização trabalha para manter as provas equilibradas e seguras nos diferentes kartódromos parceiros. O processo envolve manutenção dos equipamentos, sorteio dos karts e possibilidade de troca quando necessário.

“Os kartódromos têm compromisso com a manutenção dos karts para que todos estejam nas melhores condições possíveis. Nossa organização realiza um sorteio antes de cada bateria, e o piloto pode solicitar a troca do kart se julgar necessário. Toda troca é registrada no sistema”, afirma Putnoki.

Para a AMIKA Kart, as competições de julho também reforçam a evolução do rental kart como ambiente competitivo e acessível.

“As competições organizadas pela AMIKA mostram que é possível competir em alto nível de forma estruturada. O rental kart permite progresso verdadeiro no esporte com investimento muito menor do que em competições de kart próprio”, destaca Putnoki.

Para mais informações sobre inscrições, calendário e competições, basta acessar: https://amikakart.com.br/



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Protocolo R24R aponta evolução do pós-operatório em cirurgia

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A cirurgia plástica permanece entre os procedimentos médicos mais realizados no mundo. Segundo levantamento global da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), em 2024 foram registrados 3,9 milhões de procedimentos mamários, com a maior parte das cirurgias de aumento mamário concentrada em pacientes entre 18 e 34 anos. O dado reforça a relevância das cirurgias de mama dentro do cenário da estética médica e amplia a discussão sobre segurança, previsibilidade e recuperação pós-operatória.

Nesse contexto, protocolos voltados à recuperação acelerada passam a receber mais atenção. Na literatura médica, modelos conhecidos como Enhanced Recovery After Surgery (ERAS) são estudados em diferentes especialidades e também em cirurgias mamárias reconstrutivas. Revisões científicas indicam que esses protocolos podem contribuir para reduzir uso de opioides e tempo de internação em determinados procedimentos, sem aumento proporcional de complicações quando aplicados de forma adequada.

No campo da cirurgia plástica estética, o R24R surge como uma abordagem voltada a tornar o pós-operatório de cirurgias mamárias mais funcional. O protocolo não se baseia apenas em retorno precoce às atividades leves, mas em um conjunto de decisões técnicas que envolve planejamento pré-operatório, menor trauma tecidual, controle de sangramento, analgesia e orientação pós-cirúrgica.

De acordo com o cirurgião plástico Dr. Henrique Freitas, (CRM 50823 RQE 35687), a recuperação acelerada depende de critérios específicos. “O retorno funcional em curto prazo não acontece por acaso. Ele exige estabilidade do implante, técnica adequada, controle da dor e seleção correta da paciente”, afirma.

Entre os pontos técnicos citados pelo especialista estão o posicionamento do implante em plano dual plane, associado ao conceito de sutiã interno. Essa combinação busca oferecer maior estabilidade à prótese e melhor distribuição das forças sobre os tecidos durante o processo de cicatrização. Além disso, a redução do trauma cirúrgico pode influenciar a percepção de dor no pós-operatório.

Segundo Freitas, em pacientes bem indicadas, o relato costuma estar mais relacionado à sensação de pressão e adaptação do que à dor intensa. “A experiência pós-operatória muda quando a cirurgia é planejada para preservar tecidos, controlar a dor desde o início e permitir mobilização orientada”, explica.

A segurança, no entanto, permanece como condição central. O uso de próteses mamárias depende de produtos regularizados junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e a indicação deve considerar características individuais, como anatomia da mama, qualidade da pele, histórico clínico e expectativas da paciente.

Protocolos de recuperação rápida não devem ser entendidos como promessa universal. A aplicação depende de avaliação médica, estrutura cirúrgica adequada e acompanhamento pós-operatório. Dessa forma, a evolução do pós-operatório em cirurgia plástica ocorre menos pela aceleração isolada do retorno à rotina e mais pela combinação entre técnica, segurança e personalização.

Com a ampliação da procura por procedimentos mamários, a discussão sobre recuperação acelerada tende a ganhar espaço entre pacientes e profissionais. A tendência acompanha um movimento mais amplo da medicina: reduzir impactos cirúrgicos, otimizar o conforto pós-operatório e manter a segurança como eixo principal da assistência.



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