Economia
Temperatta investe R$ 6 milhões em expansão operacional
Economia
A Temperatta anuncia investimentos que podem chegar a R$ 6 milhões em expansão de estrutura e capacidade produtiva, visando multiplicar por duas a três vezes a produção em todas as linhas. O aporte fortalece não apenas a fabricação, mas também os serviços integrados — de venda e logística a merchandising e promoção —, cobrindo 100% do território onde atua comercialmente.
A empresa possui operação 100% própria: enquanto grandes redes lidam com até 400 fornecedores terceirizados (dos quais apenas um terço gerencia integralmente), a Temperatta controla toda a cadeia com cerca de 180 profissionais dedicados à operação mensal.
“O mais barato que temos hoje é o produto. Mas o diferencial está no serviço de extrema qualidade que entregamos ao supermercadista, abrangendo 100% do nosso território comercial — com venda, logística e merchandising. Só assim conseguimos atender à expansão de qualquer grande player, alinhados ao seu projeto de crescimento”, afirma Fernando Seabra, CEO da Temperatta.
O foco reflete o cenário favorável em Minas Gerais, onde empresas supermercadistas crescem, ao contrário da desaceleração em outros estados. A equipe de gestão da Temperatta realiza o monitoramento dessa expansão, ajustando operações em tempo real.
Em seus 11 anos, a companhia já demonstrou capacidade de superação, crescendo 27,5% em 2025. “Esses investimentos garantem agilidade, qualidade e escalabilidade para acompanhar a expansão de qualquer empresa, posicionando a Temperatta para liderar o mercado de temperos, apoiando o varejo em um período de transformação digital e expansão física”, explica Seabra.
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Prêmio Pacto Contra a Fome tem inscrições prorrogadas
As inscrições para a quarta edição do Prêmio Pacto Contra a Fome foram prorrogadas até o próximo dia 14 de julho, às 18h. A premiação vai reconhecer financeiramente e dar visibilidade a até seis iniciativas brasileiras que atuam na promoção da segurança alimentar e nutricional e na redução e/ou reversão do desperdício de alimentos. Cada projeto selecionado receberá cem mil reais.
A iniciativa conta com a cooperação de cinco agências da Organização das Nações Unidas (ONU): a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), o Programa Mundial de Alimentos (WFP), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), além do apoio institucional da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) por meio do programa Alimentar o Futuro, e coordenação técnica da ponteAponte.
“O Brasil já tem soluções para a fome. Elas existem, estão em atividade, mas muitas vezes permanecem invisíveis. O Prêmio Pacto Contra a Fome existe para mudar isso: dar visibilidade, recursos e conexões a quem já está transformando realidades. Além disso, é preciso fortalecer essas iniciativas. Para além da premiação financeira, as conectamos, geramos aprendizados e alimentamos um ecossistema de soluções com potencial real de escala”, afirma Maria Siqueira, codiretora-executiva do Pacto Contra a Fome.
Neste ano, o Prêmio Pacto Contra a Fome está em sua quarta edição. Desde 2023, já premiou 18 iniciativas de nove estados brasileiros, distribuindo R$ 1,8 milhão. Cerca de 1,1 mil iniciativas de todos os estados do país se inscreveram nas três edições do Prêmio Pacto Contra a Fome.
Quem pode se inscrever
Podem participar organizações da sociedade civil com ou sem CNPJ, como institutos, fundações, associações, movimentos, redes e coletivos, além de Negócios de Impacto Socioambiental, como startups e pequenas e médias empresas. As iniciativas devem estar em atividade e atuar no território brasileiro com foco principal na segurança alimentar e nutricional ou na redução do desperdício de alimentos.
Categorias
As inscrições estão divididas em duas categorias:
- Promoção da Segurança Alimentar e Nutricional: voltada a iniciativas que atuam em eixos como produção local de alimentos, coleta e distribuição de alimentos, apoio à agricultura familiar e articulação de políticas públicas;
- Redução e/ou Reversão do Desperdício de Alimentos: destinada a projetos que desenvolvem ações como recondicionamento de alimentos, campanhas educativas, técnicas de aproveitamento integral e soluções logísticas para reduzir perdas na cadeia produtiva.
Serão premiadas até três iniciativas por categoria. Ao menos uma das vencedoras deverá ser uma Cozinha Solidária com atuação na formação de cozinheiros.
Critérios de avaliação e diversidade
As iniciativas serão avaliadas com base em três critérios principais: relevância e impacto, replicabilidade e escala, e colaboração entre agentes. O processo seletivo inclui avaliação técnica dos formulários, entrevistas com as organizações e auditoria, seguidas de uma etapa de seleção final por um júri composto por especialistas externos.
O prêmio adota critérios de priorização que valorizam a diversidade: iniciativas lideradas por mulheres, pessoas pretas, pardas ou indígenas, e representantes de povos e comunidades tradicionais recebem pontuação adicional. Também há limite para evitar concentração regional — no máximo 50% das iniciativas de um mesmo estado, por etapa.
Como se inscrever
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, em duas etapas: primeiro, o cadastro da iniciativa no HUB de Conexões do Pacto Contra a Fome (hub.pactocontrafome.org); em seguida, o preenchimento do formulário específico do Prêmio dentro da plataforma. A inscrição só será validada após o envio completo do formulário e o recebimento de e-mail de confirmação.
O novo prazo se encerra em 14 de julho de 2026, às 18h (horário de Brasília).
Sobre o Pacto Contra a Fome
O Pacto Contra a Fome é uma coalizão suprapartidária e multissetorial com a missão de engajar a sociedade e potencializar soluções estruturantes para erradicar a fome no Brasil e reduzir o desperdício de alimentos. A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e tem como missão não ter nenhum brasileiro com fome até 2030 e todos alimentados de maneira adequada até 2040.
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