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Shopping CDC celebra aniversário do Brás com várias atrações

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O Shopping Circuito de Compras (CDC), em apoio à ONG Renaissance, apresenta, no dia 6 de junho, a partir das 10h, um desfile de moda sustentável e looks de inverno disponíveis nas lojas de um dos maiores shoppings populares da América Latina. O evento integra o calendário comemorativo do aniversário de 208 anos do bairro do Brás, em São Paulo. A festa contará com um bolo especial de aniversário e presença de famosos, além de serviços gratuitos para a população.

Entre os convidados pela ONG Renaissance para prestigiar o evento, destaque para a primeira-dama da cidade de São Paulo, Regina Nunes; os apresentadores do SBT Silvia Abravanel e Liminha; o subprefeito da Mooca, coronel Valmor Saraiva Racorti; o subprefeito da Regional da Sé, coronel Marcus Vinicius Valério; a empresária Val Marchiori; a influencer e ex-BBB Sol Vegas; e a apresentadora Mara Cédro.

O evento começará às 10h, na área do Boulevard do shopping. Primeiramente, serão apresentados 20 looks de inverno e verão, criações de moda sustentável, confeccionados a partir de materiais como tampinhas de garrafa, lacres de latinhas, jornais e garrafas PET, entre outros.

As roupas feitas de material reciclado foram criadas pelos alunos e alunas do projeto de Qualificação, Emprego e Renda da ONG Renaissance, que ensina modelagem e corte e costura para trabalhadores do Shopping CDC e de todo o bairro.

A trilha sonora será executada ao vivo por Soraya Maya, Gustavo Moura, Adryana Ribeiro, Alexandre Aguiar, entre outros, com gêneros musicais como samba, sertanejo e forró.

Entre os serviços oferecidos à população, haverá corte de cabelo e sessões de podologia, totalmente gratuitos. Outro serviço disponível será o de isenções para o programa Cohab, criado com o objetivo de construir, financiar e gerenciar moradias populares para famílias de baixa renda.

Para o CEO do Shopping CDC, André Seibel, o Brás é um símbolo do empreendedorismo brasileiro e um hub importante da indústria da moda. “São gerações e gerações que se sucederam no comércio de roupas, que desenvolveram know-how, abriram espaço e fizeram a história do bairro”, aponta o CEO. “Todos os dias, alguém começa a empreender aqui. É importante celebrar a tradição do Brás para os que estão chegando”, complementa.

De acordo com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, o Brás movimenta aproximadamente R$ 26 bilhões por ano. A região recebe diariamente entre 150 mil e 200 mil pessoas, atraídas principalmente pelo forte comércio de roupas e acessórios, que tornou o bairro uma referência nacional no setor.

Reconhecido pelo perfil empreendedor, o Brás se firmou como um dos mais importantes polos de geração de renda do Brasil. O bairro concentra uma ampla estrutura de centros comerciais, entre eles o Shopping Circuito de Compras, que desempenha papel estratégico no fortalecimento da atividade econômica local.

Sobre o Shopping Circuito de Compras (CDC)

Inaugurado em 2022, o Shopping CDC é uma parceria público-privada com a Prefeitura de São Paulo, que oferece aos empreendedores informais do centro o aluguel subsidiado, sob a função social de profissionalizar e disciplinar o comércio ambulante. Localizado no coração do Brás, o shopping reúne estrutura voltada ao turismo de compras e ao atendimento do público que circula diariamente pela região.

O centro comercial soma 5.400 boxes e lojas, 315 vagas de ônibus, 2.400 vagas de carros, estrutura de acessibilidade, climatização, Wi-Fi, elevadores, banheiros e praça de alimentação. O aluguel do box é facilitado aos novos lojistas, que contam com assessoria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e dispensa de consulta à Serasa.



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Fintechs são notificadas por operar recursos de bets ilegais

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O Ministério da Fazenda notificou 37 fintechs suspeitas de intermediar recursos de casas de apostas ilegais e determinou que as instituições interrompam qualquer relação financeira com essas empresas. A medida é uma das ações do governo para combater o mercado clandestino de bets e prevê o bloqueio dos valores movimentados, que poderão ser destinados aos cofres públicos caso as novas regras não sejam cumpridas.

As notificações foram enviadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), vinculada ao Ministério da Fazenda, em conjunto com a Receita Federal . Segundo o governo, as fintechs movimentaram recursos de cerca de 160 casas de apostas sem autorização para operar no Brasil, além de milhares de sites ligados a essas plataformas.

Os nomes das instituições notificadas não foram divulgados para preservar as investigações.

Prazo para adequação

As fintechs terão até 28 de agosto para se adaptar às novas regras aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) .

Até essa data, as instituições deverão encerrar o relacionamento com as empresas de apostas ilegais. Caso descumpram a determinação, poderão ser responsabilizadas solidariamente pelas operações e receber multas proporcionais ao montante movimentado.

A partir da entrada em vigor da resolução, as instituições terão 24 horas para bloquear todas as contas vinculadas às empresas notificadas.

Recursos bloqueados

A norma determina que, após o bloqueio, os valores depositados nas contas ficarão indisponíveis.

Também será proibida qualquer movimentação financeira destinada, direta ou indiretamente, à realização de apostas ilegais.

Os recursos bloqueados serão repassados ao Fundo Nacional de Segurança Pública, conforme prevê a regulamentação.

Base legal

A medida tem como fundamento um decreto editado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em junho, que criou mecanismos para bloquear recursos financeiros de casas de apostas ilegais e responsabilizar instituições que facilitem essas operações.

O decreto também autorizou a Secretaria de Prêmios e Apostas a notificar instituições financeiras envolvidas na intermediação de pagamentos para plataformas sem licença.

Embora as notificações já tenham sido enviadas, o governo decidiu conceder um período de adaptação antes da adoção das medidas de bloqueio e eventual abertura de processos administrativos.

Fiscalização ampliada

Segundo o Ministério da Fazenda, as 37 fintechs notificadas movimentaram recursos de aproximadamente 160 casas de apostas ilegais, responsáveis por mais de 40 mil sites .

Ao todo, o governo afirma já ter retirado do ar mais de 54 mil sites irregulares relacionados ao mercado clandestino de apostas.

A derrubada das páginas ocorre em parceria com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), acionada pela Secretaria de Prêmios e Apostas.

Mercado irregular

De acordo com estimativas do governo, entre 41% e 51% das plataformas de apostas acessadas por brasileiros operam sem autorização, alcançando cerca de 25,2 milhões de usuários.

Essas empresas deixam de cumprir exigências impostas às operadoras regularizadas, como:

  • pagamento da outorga de R$ 30 milhões;
  • manutenção de sede no Brasil;
  • constituição de reserva financeira para pagamento de prêmios;
  • recolhimento de tributos;
  • adoção de mecanismos de proteção ao apostador, como a autoexclusão;
  • cumprimento das regras de publicidade e jogo responsável.

Regulamentação

A atividade de apostas de quota fixa foi autorizada em 2018, mas permaneceu sem regulamentação por vários anos.

A partir de 2023, o governo federal iniciou a estruturação do marco regulatório do setor, ampliando a fiscalização e estabelecendo regras para o funcionamento das empresas autorizadas.

A nova medida visa dificultar a atuação de plataformas clandestinas e reforçar o controle sobre um mercado que movimenta bilhões de reais por ano no país.



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