Economia
Leitura de ciclo orienta mercado de alto padrão no Nordeste
Economia
O Nordeste apresentou o maior crescimento proporcional nas vendas de imóveis de alto padrão em 2025, com 1.946 unidades comercializadas e alta de 64,5% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados pelo Portal da Capital. A publicação também aponta a predominância de compradores locais e destaca a expansão do mercado em João Pessoa com novos lançamentos.
Com R$ 52,2 bilhões movimentados, o segmento passou a representar 29,4% de todo o valor negociado no mercado residencial brasileiro, conforme publicado pela Forbes. Em 2024, as 9.053 unidades vendidas no segmento representaram 3,6% do total do mercado. São considerados imóveis de luxo e superluxo aqueles com valores acima de R$ 2 milhões.
Felippe Nóbrega, corretor de imóveis, reforça que a região Nordeste deixou de ser vista apenas como destino turístico e passou a ser analisada como mercado de moradia, investimento, renda e preservação de patrimônio.
“O Nordeste está em um momento de consolidação. Na Paraíba, esse movimento é ainda mais evidente. João Pessoa combina qualidade de vida, crescimento econômico, segurança comparativa, expansão urbana e ainda um metro quadrado competitivo quando comparado a outras capitais consolidadas”, avalia o profissional.
Dados divulgados pelo portal Portas indicam que cidades do Norte e Nordeste concentraram seis das dez maiores altas de preços de imóveis residenciais em 2025. Entre os destaques estão Salvador (BA), com 16,25%, e João Pessoa (PB), com 15,15%. O preço de imóveis residenciais fechou 2025 com valorização de 6,52%, a segunda maior variação nos últimos 11 anos.
Para o corretor especialista, atualmente os fatores que mais influenciam o segmento de alto padrão são localização escassa, infraestrutura urbana, força das marcas, arquitetura autoral, experiência de moradia, potencial de valorização e leitura correta do ciclo.
“Esse ciclo é dividido em duas etapas. A primeira é a fase anterior ao lançamento, ou seja, o desenvolvimento do negócio, e isso inclui área, permuta, investidor, estruturação e entrada estratégica. A segunda é a fase da planta, onde entra o comprador final ou investidor tradicional, já diante de um produto formatado e validado pelo mercado”, explica Nóbrega.
Comportamento do consumidor
Conforme observa o especialista, o cliente de alto padrão no Nordeste se tornou mais técnico, exigente e seletivo nos últimos anos: “Antes, bastava boa localização e acabamento. Hoje o consumidor quer arquitetura, marca, experiência, segurança, conveniência, vista, serviços e liquidez”.
Felippe Nóbrega pontua que o Nordeste, e mais especificamente a Paraíba, tem sido vista por clientes e investidores locais e de outros estados como uma região que tem espaço de valorização relevante. Ele destaca que o consumidor está mais consciente do potencial de João Pessoa, enxergando a cidade para além de uma alternativa econômica.
“Muitos já percebem a cidade como um mercado emergente de alto valor. E é exatamente por isso que a leitura estratégica do ciclo passou a ser decisiva. Um bom serviço de corretagem de imóveis conecta o cliente certo ao momento certo, seja o investidor que entra na origem do negócio, seja o comprador final que entra na planta buscando patrimônio, estilo de vida e segurança”, afirma o especialista.
Para o profissional, no segmento de imóveis de alto padrão, os indicadores comportamentais são tão importantes quanto os econômicos para antecipar tendências. Ele enfatiza que o setor não responde apenas à renda, mas também ao desejo, ao estilo de vida e à percepção de escassez.
Entre os indicadores apontados pelo especialista estão crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), geração de emprego, renda, crédito, juros, infraestrutura, volume de lançamentos, velocidade de vendas, estoque, preço do metro quadrado, migração de famílias, busca por qualidade de vida, procura por segunda residência, envelhecimento da população, desejo por segurança, exclusividade, serviços e experiências.
Perfis de cliente e alinhamento estratégico
Felippe Nóbrega esclarece as principais diferenças entre o comportamento de um investidor focado em multiplicação de capital e o comprador final voltado ao estilo de vida. Segundo ele, o imóvel muda de acordo com o perfil do cliente e, por isso, a estratégia precisa acompanhar esse movimento.
“O investidor compra tese, tempo e melhor retorno. Ele quer entrar antes da percepção geral de valor, analisa risco, prazo, liquidez, margem, localização e potencial de saída. Já o comprador final olha vista, planta, acabamento, lazer, vizinhança, status, segurança e conforto familiar. A decisão é tomada por motivos diferentes. Um busca retorno, enquanto o outro busca experiência”, detalha o especialista.
Para os investidores, o profissional ressalta a importância do posicionamento antecipado para a multiplicação de capital. Segundo ele, uma entrada prévia proporciona uma posição estratégica dentro do ciclo, com os melhores retornos financeiros.
“A capacidade de ler contexto tornou-se o ativo mais escasso — e o mais valioso. No mercado imobiliário, a maior valorização normalmente está na origem do valor, ou seja, antes da absorção do mercado. É fundamental calcular o risco dessas operações, analisando qualidade da área, vocação do terreno, zoneamento, potencial construtivo, força da incorporadora, preço de entrada, prazo de maturação, liquidez futura e perfil do investidor”, conta Nóbrega.
O especialista salienta que a falta de alinhamento estratégico pode comprometer o resultado de uma operação imobiliária, e que o perfil, o prazo, o capital e o objetivo devem estar alinhados para que a transação seja eficiente. Segundo ele, a falta de alinhamento resulta em uma estratégia mal definida.
“O problema, muitas vezes, não está no imóvel. Um investidor de curto prazo não pode entrar em uma operação de maturação longa. Um comprador final não deve ser tratado como especulador. E um cliente conservador não deve assumir risco de fase inicial sem entender prazo, liquidez e variáveis do negócio”, conclui o profissional.
Para saber mais, basta acessar: @corretoremjoaopessoa
Economia
Bitget Wallet Atinge 100 Milhões de Usuários — e Pagamentos Ultrapassam as Negociações

SAN SALVADOR, El Salvador, July 08, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — Bitget Wallet, uma carteira de criptomoedas de autocustódia para finanças diárias, anunciou que ultrapassou 100 milhões de usuários em todo o mundo e que, pela primeira vez na história da plataforma, o número de usuários que realizam pagamentos diários supera o de traders. Mais da metade desses usuários estão localizados no Sudeste Asiático, Sul da Ásia, África e América Latina, onde as pessoas estão cada vez mais usando carteiras de criptomoedas como contas globais de stablecoin para economizar, receber e gastar localmente, em vez de negociar.
Os dados mostram claramente essa mudança. Mais de 150.000 Bitget Wallet Cards emitidos em todo o mundo disponíveis em mais de 50 mercados, podendo ser usados em mais de 150 milhões de estabelecimentos. Os gastos globais com cartões atingiram US$ 31 milhões no primeiro semestre de 2026, um aumento de 191% em relação ao segundo semestre de 2025. Especificamente nos mercados emergentes, os gastos com cartões cresceram 416% no mesmo período, mostrando que os hábitos financeiros estão se formando mais rapidamente nessas regiões do que a média global. Em todo o mundo, os usuários de cartão efetuaram, em média, 10 pagamentos por mês, com um valor médio por transação de US$ 28. Um padrão condizente com compras do dia a dia e uma frequência que indica que os pagamentos são uma atividade rotineira. Titulares de cartão ativos nos EUA, na Europa e na Ásia realizam, em média, entre 10 e 14 transações por mês — um patamar semelhante “a frequência de uso de cartões de débito —, ao passo que mercados emergentes, como a América Latina, estão avançando rapidamente a partir de uma base inicial mais baixa.
As condições que estão causando essas mudanças são estruturais e específicas. Na Nigéria, a naira oficial perdeu mais de 40% do seu valor em relação ao dólar em 2024; na Argentina, o peso teve uma perda comparável. Os corredores de remessa convencionais para esses mercados ainda cobram de 5 a 8% por transferência, em média. Por outro lado, ambos os países estão entre os mercados de crescimento mais rápido da Bitget Wallet — uma conexão direta entre a instabilidade da moeda local e a demanda por uma conta estável, de baixo custo e sem fronteiras. No Sudeste Asiático e no Sul da Ásia, as duas maiores regiões usuárias da plataforma, a infraestrutura de pagamento móvel já existe; Os pagamentos QR da Bitget Wallet e os trilhos de transferência bancária se conectam a hábitos que já estão formados.
“A próxima onda de usuários nesses mercados não pensa nisso como cripto”, disse Alvin Kan, COO da Bitget Wallet. “Eles têm um saldo em dólares, pagam, recebem e transferem o dinheiro entre fronteiras. A única diferença é que a conta é onchain. Os dados estão mostrando que isso está se tornando rotina, e o que começa como rotina nesses mercados tende a definir as futuras finanças globais.” Em uma carta do COO, Kan fala sobre os pontos de virada que moldaram a plataforma nos últimos oito anos.
Há oito anos, a Bitget Wallet foi lançada como uma ferramenta de negociação para nativos de criptomoedas. Nos últimos dois anos, o produto foi substancialmente reestruturado em torno de um caso de uso diferente: a infraestrutura que hoje abrange a emissão de cartões em mais de 50 mercados, os trilhos de pagamento QR no Sudeste Asiático e na América Latina, e as integrações bancárias diretas que atendem usuários na Nigéria, México e Bangladesh não existiam no último grande marco. Onchain Payments Matrix, a infraestrutura de liquidação por trás desses fluxos, agora abrange mais de 80 trilhos de pagamento em mais de 100 moedas, tendo liquidado mais de US$ 177 bilhões em stablecoins.
Para mais informações e o relatório de dados completo, visite o blog da Bitget Wallet.
Sobre a Bitget Wallet
A Bitget Wallet é uma carteira de criptomoedas de autocustódia criada para as finanças diárias. Desde 2018, a plataforma proporcionou a mais de 100 milhões de usuários em todo o mundo uma conta onchain que pode ser usada para guardar, gastar e investir em criptomoedas, com suporte a mais de 1 milhão de tokens em mais de 130 blockchains, mais de 100 moedas fiduciárias, cartões de criptomoedas Visa/Mastercard e métodos de pagamento locais. Sua segurança é respaldada por criptografia de chaves padrão do setor, um mecanismo de análise de risco em tempo real, auditorias independentes e um fundo de proteção ao usuário de mais de US$ 300 milhões. Em 2022, a Bitget Wallet levantou US$ 100 milhões em uma rodada de financiamento liderada pela Dragonfly. Para informações para a mídia, visite web3.bitget.com.
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