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Faissal critica proposta do Governo de pedagiar mais 10 rodovias de MT

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O deputado estadual Faissal Calil (PL) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na sessão desta quarta-feira (8), para criticar uma proposta de criação de mais 10 lotes de rodovias estaduais pedagiadas. Em sua fala, o parlamentar destacou que, em muitos casos, as concessionárias fazem a cobrança das tarifas, mas sequer cumprem os contratos e não realizam as obras previstas e até mesmo a manutenção das vias de forma adequada.

Faissal apontou que o Governo do Estado publicou um edital avisando sobre uma audiência pública, no dia 21 de julho, sobre a criação de mais 10 lotes de rodovias pedagiadas em Mato Grosso. O deputado lembrou que em muitos dos casos, as estradas apresentam vários problemas, já que as concessionárias sequer cumprem o que está previsto em contrato.

Segundo o parlamentar, algumas das empresas que administram as rodovias alvos de concessão continuam cobrando pedágio mesmo sem a execução de manutenção adequada ou de obras estruturantes determinadas à ocasião das assinaturas dos contratos. Para Faissal, a criação de 10 novos trechos irá piorar ainda mais a situação, impactando diretamente no custo de vida dos mato-grossenses.

“Com isso, a cesta básica que vai para sua mesa vai ficar mais cara, já que o transporte vai ter mais um acréscimo por conta do pagamento dos pedágios. Fiz um projeto de lei aqui dentro da ALMT, que prevê que qualquer tipo de concessão de rodovia seja feito através de lei específica e não por decreto, que fica a conveniência do Governo do Estado. Se fizermos os cálculos, são mais de três mil quilômetros, sendo que já pagamos IPVA e Fethab. É uma aberração”, afirmou Faissal.

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Faissal chama pedágio na BR-364 de “absurdo” e aponta falta de melhorias

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O deputado estadual Faissal Calil (PL) criticou a cobrança de pedágio no trecho da BR-364 entre Rondonópolis e a divisa de Mato Grosso com Goiás, que será iniciada no próximo dia 7 de setembro. Com isso, o motorista que transitar na via, no estado, pagará, somado, R$ 32,00, caso atravesse as duas praças que cobrarão as tarifas, em Alto Garças e Pedra Preta.

A rodovia será pedagiada em praças localizadas nas cidades de Jataí, Mineiros e Portelândia, em Goiás, e em Alto Garças e Pedra Preta, em Mato Grosso, onde as tarifas partirão de R$ 14,20 no primeiro município mato-grossense, e de R$ 17,80 no segundo, para automóveis, caminhonetes e furgões. O valor mais caro será cobrado de carretas com 8 eixos, que pagarão R$ 113,60 e R$ 142,40, respectivamente.

A cobrança no trecho consorciado, entre Rio Verde (GO) e Rondonópolis, será iniciada no próximo dia 7 de setembro. Por ser uma rodovia federal, o processo de concessão do trecho da BR-364 foi realizado pela União e o contrato entrou em vigor em abril deste ano, com validade até 2056. Para Faissal, o pedágio impactará de forma significativa no bolso dos usuários da rodovia, contribuindo também para o encarecimento dos fretes em Mato Grosso.

“O que nos causa indignação é que, daqui a alguns dias, começará a ser cobrado o pedágio nesta rodovia. Serão R$ 14 de cobrança, para nenhuma melhoria ou benefício para a população. Isso vai impactar muito no bolso dos cidadãos de Alto Garças e Alto Araguaia. Isso é um descaso e um absurdo. Não podemos deixar isso acontecer. ‘Agradeçam’ ao presidente Lula e ‘façam o L’”, ironizou Faissal.

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