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Faissal chama pedágio na BR-364 de “absurdo” e aponta falta de melhorias

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O deputado estadual Faissal Calil (PL) criticou a cobrança de pedágio no trecho da BR-364 entre Rondonópolis e a divisa de Mato Grosso com Goiás, que será iniciada no próximo dia 7 de setembro. Com isso, o motorista que transitar na via, no estado, pagará, somado, R$ 32,00, caso atravesse as duas praças que cobrarão as tarifas, em Alto Garças e Pedra Preta.

A rodovia será pedagiada em praças localizadas nas cidades de Jataí, Mineiros e Portelândia, em Goiás, e em Alto Garças e Pedra Preta, em Mato Grosso, onde as tarifas partirão de R$ 14,20 no primeiro município mato-grossense, e de R$ 17,80 no segundo, para automóveis, caminhonetes e furgões. O valor mais caro será cobrado de carretas com 8 eixos, que pagarão R$ 113,60 e R$ 142,40, respectivamente.

A cobrança no trecho consorciado, entre Rio Verde (GO) e Rondonópolis, será iniciada no próximo dia 7 de setembro. Por ser uma rodovia federal, o processo de concessão do trecho da BR-364 foi realizado pela União e o contrato entrou em vigor em abril deste ano, com validade até 2056. Para Faissal, o pedágio impactará de forma significativa no bolso dos usuários da rodovia, contribuindo também para o encarecimento dos fretes em Mato Grosso.

“O que nos causa indignação é que, daqui a alguns dias, começará a ser cobrado o pedágio nesta rodovia. Serão R$ 14 de cobrança, para nenhuma melhoria ou benefício para a população. Isso vai impactar muito no bolso dos cidadãos de Alto Garças e Alto Araguaia. Isso é um descaso e um absurdo. Não podemos deixar isso acontecer. ‘Agradeçam’ ao presidente Lula e ‘façam o L’”, ironizou Faissal.

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Lúdio Cabral provoca Abílio: “É o maior cabo eleitoral que tenho”

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Petista afirma que críticas do prefeito de Cuiabá acabam fortalecendo sua candidatura a deputado estadual e acusa gestão de incompetência

O pré-candidato a deputado estadual Lúdio Cabral (PT) reagiu às críticas do prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), sobre sua aproximação política com o deputado federal Emanuelzinho (MDB) e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

Em tom provocativo, Lúdio afirmou que o próprio prefeito estaria contribuindo para impulsionar sua candidatura nas eleições de 2026.

“Gravem e publiquem: o Abílio é o maior cabo eleitoral que eu tenho na minha eleição para deputado estadual aqui em Cuiabá”, declarou.

Lúdio disse que tem percorrido bairros da capital e relatou ter recebido manifestações de moradores que, segundo ele, estariam insatisfeitos com a atual administração municipal. O petista afirmou ainda que algumas pessoas teriam declarado arrependimento por terem votado em Abílio nas eleições de 2024.

Na sequência, o candidato direcionou as críticas para a gestão municipal e afirmou que o prefeito estaria utilizando ataques políticos para desviar a atenção de problemas enfrentados pela cidade.

Lúdio citou recursos de emendas destinados à saúde de Cuiabá e afirmou ter destinado R$ 13,5 milhões para a área após as eleições municipais de 2024. Entre os valores mencionados estão R$ 2 milhões para a reforma, ampliação e aquisição de equipamentos para a Policlínica do Pedra 90 e R$ 4 milhões para a reabertura da Policlínica do Coxipó.

Segundo Lúdio, os recursos já teriam sido depositados nos cofres municipais, mas a execução das obras estaria atrasada. Ele também criticou as condições de conservação de praças e espaços públicos no centro da capital, citando as praças da República, Alencastro e Ipiranga.

Ao concluir, Lúdio afirmou que Abílio pode continuar associando seu nome ao PT e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas avaliou que, na prática, as críticas acabam ampliando sua exposição política.

A troca de declarações ocorre em meio à movimentação dos grupos políticos de Mato Grosso para as eleições de 2026, com nomes que devem disputar vagas na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa já intensificando a presença pública.

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