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Novo sistema opera finanças de PMEs por conversa

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O Grupo Ideal Trends lança o IdealPro, sistema de gestão (ERP) construído desde a origem sobre inteligência artificial. O sistema é voltado a pequenas e médias empresas prestadoras de serviços e assume tarefas financeiras que hoje tomam horas do dia do empresário: faturamento, emissão de notas fiscais, cobrança e conciliação de pagamentos.

Gestão em forma de conversa

No IdealPro, o empresário não precisa preencher formulários nem percorrer dezenas de telas. Ele envia uma solicitação por mensagem como “emita a nota fiscal do cliente X e envie o boleto para o dia 10”, e o sistema cuida do resto.

Por trás de cada pedido trabalha um time de agentes de inteligência artificial, orquestrado pela Aurora. Ela interpreta cada solicitação e distribui as tarefas entre os agentes especializados em faturamento de contratos, notas fiscais, cobrança, recebimento e conciliação. Nenhuma operação com impacto financeiro é concluída sem aprovação humana, de acordo com as alçadas definidas por cada empresa.

Segundo o grupo, o diferencial está na origem do produto, que já nasce agêntico, ou seja, feito para que agentes de IA executem as tarefas. Quando um software tradicional recebe inteligência artificial depois de pronto, a lógica das telas manuais costuma continuar lá. No IdealPro, a conversa é a própria interface. É a diferença entre adaptar um carro a combustão para rodar com bateria e projetar um elétrico desde o primeiro desenho.

“O empresário não acorda pensando em qual tela abrir ou qual botão apertar. Ele acorda pensando: quanto tenho que faturar para pagar a folha? Os clientes pagaram em dia? O cliente novo assinou o contrato? Estamos falando de tomada de decisão e de ação. No IdealPro, você pede e ele executa”, afirma Danieli Morbidelli, CFO do Grupo Ideal Trends. “A burocracia é necessária, mas não precisa dar trabalho. Com o sistema cuidando da execução, sobra tempo para o que realmente mexe o ponteiro do negócio.”

O IdealPro foi apresentado a empresários e contadores no IdealPro Summit 2026, realizado em 21 de outubro, em São Paulo.

Contadores no centro do ecossistema

O grupo quer formar a maior comunidade de contadores do país, em que o ecossistema de soluções da holding acelere, na prática, os negócios dos escritórios. Com o trabalho operacional automatizado, os contadores ganham tempo para atuar de forma cada vez mais estratégica junto aos clientes. Também criam novas fontes de receita recorrente, o que permite descolar a receita do custo e escalar o crescimento.

Durante o Summit, o grupo oficializou o programa Founder Members, que já reúne uma comunidade de contadores adeptos da iniciativa antes do lançamento. Os parceiros terão acesso antecipado às novidades da plataforma, assento em comitês estratégicos e acompanhamento direto para crescer, com o apoio da IdealPro Academy, braço de capacitação do grupo em gestão, tecnologia e desenvolvimento empresarial.

“Não existe empresa sem contador. Ele é o conselheiro de confiança e quem mais conhece a realidade do negócio, muito além das obrigações fiscais”, diz José Paulo Pereira Silva, CEO e fundador do Grupo Ideal Trends. “Queremos que os escritórios parceiros deixem o trabalho braçal para a tecnologia e atuem como conselheiros estratégicos dos clientes, abrindo novas camadas de receita.”

Disponibilidade

A comercialização começa em novembro de 2026. Para garantir um onboarding assistido e uma integração personalizada para cada empresa, os acessos serão liberados em lotes, apenas para quem estiver na lista de espera. O cadastro para o segundo lote já está aberto em idealpro.ai.

Sobre o Grupo Ideal Trends

Fundado em 1995, o Grupo Ideal Trends reúne mais de 25 empresas nos setores de tecnologia, marketing digital, saúde e gestão, com atuação no Brasil e no exterior. O IdealPro nasceu dentro de casa. Ele transforma em software o método que o grupo desenvolveu ao longo de três décadas para tirar os sócios da rotina operacional e dedicar o tempo ao crescimento do negócio.

Para mais informações, basta acessar idealtrends.com.br



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Cartão físico de transporte cede lugar a Pix e celular

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O passageiro já usa o celular para comprar, fazer transferências e chamar um carro. No transporte público, porém, embarcar por muito tempo dependeu de uma etapa anterior: ter um cartão específico e lembrar que precisa carregá-lo. Essa lógica começa a mudar.

Cartões bancários por aproximação, Pix no momento do embarque e passagens vinculadas a contas digitais estão chegando às catracas. São tecnologias diferentes, mas apontam para a mesma transformação: a bilhetagem deixa de depender de um único cartão e passa a oferecer mais formas de acesso ao transporte.

“Estamos vivendo uma mudança estrutural na bilhetagem. O que antes era um cartão físico começa a se transformar em uma conta digital, e o que antes era uma etapa específica de pagamento passa a estar integrado à jornada do passageiro. A tecnologia precisa fazer cada vez mais coisas por trás da catraca para que, ao usuário, a experiência fique cada vez mais simples”, afirma Bruno Berezin, CEO da Autopass.

Em menos de seis meses, a aproximação avançou pelos trilhos de São Paulo

Em abril de 2026, o pagamento por aproximação com cartão bancário passou a estar disponível nas 97 estações da rede ferroviária paulista. No primeiro mês, foram registradas mais de 700 mil transações com cartões de débito e crédito. Em setembro, o EMV foi expandido para todas as linhas e estações do metrô e já contabiliza mais de 14,5 milhões de transações nos trilhos.

Para quem embarca, a mudança é direta: em vez de providenciar uma recarga específica de transporte, basta aproximar um cartão bancário ou dispositivo compatível. Para o sistema, ela representa a incorporação às catracas de um meio de pagamento que já faz parte de outras situações do dia a dia.

O bilhete começa a deixar o cartão físico

A transformação não se limita à forma de pagar. No modelo de Account-Based Ticketing (ABT), informações da passagem ficam vinculadas a uma conta digital, e não necessariamente armazenadas em um cartão de transporte. Isso permite que diferentes meios de acesso sejam associados à jornada do usuário.

No Jaé, no Rio de Janeiro, a Carteira Digital baseada em ABT permite gerar um QR Code dinâmico no celular para embarcar sem cartão físico. Desde a implantação do sistema, o Jaé já emitiu mais de 338 mil QR Codes dinâmicos. No TOP, a Carteira Digital também vincula a passagem à conta do usuário. A integração com o Google Wallet acrescenta outra possibilidade de usar o celular no acesso ao transporte, com o novo aplicativo TOP, lançado em junho deste ano.

Os exemplos não significam que todos os passageiros deixarão de usar cartões. Mostram que o cartão físico já não precisa ser a única forma de guardar e apresentar uma passagem.

O Pix elimina a recarga antes do embarque

No Jaé, o Pix passou a ser aceito diretamente no validador. O passageiro pode pagar a tarifa no momento do embarque, sem precisar carregar previamente um cartão físico. A solução já ultrapassou 6 milhões de transações. A diferença está menos no gesto de pagar e mais na etapa que deixa de existir: o passageiro não precisa verificar antes da viagem se tem saldo de transporte disponível.

Mais simples na catraca, mais sofisticado por trás dela

A mesma infraestrutura que amplia as opções de embarque também gera informações para a operação dos sistemas. Dados de uso e ferramentas de monitoramento podem ajudar a identificar padrões incompatíveis com determinados benefícios e apontar irregularidades para análise. É uma aplicação da tecnologia que vai além da conveniência: ela busca melhorar os controles e contribuir para a proteção dos recursos destinados ao transporte.

Para o passageiro, porém, o objetivo é o oposto da complexidade. Cartão de transporte, cartão bancário, Pix, QR Code e celular podem coexistir como portas de entrada. “Ele não precisa saber se está usando ABT, EMV ou outra tecnologia. Ele só precisa saber que chegou, embarcou e seguiu viagem”, conclui Berezin.



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