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Bitget Registra US$ 1,86 trilhão em Negociações no T3 e Expande Liquidez em Criptomoedas e Finanças Tradicionais

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VICTORIA, Seychelles, Nov. 03, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A Bitget, a maior Universal Exchange (UEX) do mundo, divulgou seu Relatório de Transparência do T3 de 2026, registrando um total de US$ 1,86 trilhão em negociações. O resultado reflete o aumento das atividades em derivativos de criptomoedas, mercados à vista (spot) e produtos financeiros tradicionais, impulsionado por uma liquidez mais profunda e pela expansão dos recursos de negociação entre ativos.

A atividade de negociação cresceu em todas as principais categorias durante o trimestre, com o volume mensal combinado subindo 21,2% entre julho e setembro. Os derivativos de criptomoedas cresceram 31,5%, atingindo US$ 409,19 bilhões, enquanto o volume do mercado à vista aumentou 65,7%. Já as negociações de contratos por diferença (CFDs) expandiram 39,7%, contribuindo com US$ 376,32 bilhões no trimestre e consolidando-se como a maior categoria não relacionada a criptoativos na plataforma. Esse crescimento sólido foi impulsionado diretamente pelo aumento da liquidez no ecossistema. Essa estratégia deu um passo concreto com o lançamento da Conta Unificada Cross-Asset (UTA) da Bitget, que integrou mais de 370 ativos elegíveis, incluindo mais de 100 ações norte-americanas tokenizadas, sob uma estrutura de margem compartilhada com índices de avaliação de garantia de até 95%. A atualização possibilita que ações tokenizadas elegíveis sejam utilizadas como garantia em diferentes produtos de negociação, oferecendo aos usuários maior flexibilidade na gestão de capital.

A Bitget também expandiu suas ferramentas de trading orientadas por IA, estendendo o GetAgent Playbook para o segmento de ações norte-americanas tokenizadas. Outros desenvolvimentos do período incluíram melhorias nas condições de preços institucionais e o lançamento do Cash Plus, um produto de stablecoin focado na geração de rendimentos.

“Estamos vendo mais traders se movimentarem de forma flexível entre criptomoedas, ações e ativos tradicionais, e é exatamente por isso que estamos construindo uma Universal Exchange”, afirmou Gracy Chen, CEO da Bitget. “O T3 apresentou um forte crescimento, mas também reforçou que proteger nossos usuários deve continuar sendo a máxima prioridade em nossa estratégia de expansão.”

Pesquisas independentes também destacaram o desempenho de liquidez da Bitget. A TokenInsight classificou a Bitget em primeiro lugar entre nove exchanges em termos de profundidade combinada de futuros de BTC e ETH dentro de uma margem de 0,05% do preço de mercado, registrando US$ 41,6 milhões em liquidez. A CoinGecko também identificou a Bitget entre as principais plataformas em liquidez à vista para BTC e ETH. Em ações tokenizadas, a CryptoRank constatou que a infraestrutura da Bitget registrou um slippage simulado até 58% menor em ordens de US$ 50 mil do que a segunda colocada no comparativo, enquanto a DeFiLlama reportou um spread bid-ask médio de 0,83 ponto-base e a maior liquidez top-of-book entre os cinco mercados avaliados.

Após o incidente de segurança de 24 de setembro, a Bitget implementou medidas imediatas de contenção e recuperação, garantindo que os saldos das contas dos usuários permanecessem totalmente inalterados. A empresa contratou a Mandiant e a SlowMist para conduzir uma investigação independente e reconstituiu seu Fundo de Proteção para mais de US$ 300 milhões até 30 de setembro, antecipando-se ao cronograma original. A Bitget também continua fortalecendo sua infraestrutura de segurança com a introdução de um mecanismo de disjuntor (circuit breaker), passando por auditoria independente da SlowMist e ampliando seu orçamento de proteção, além de manter um índice de Prova de Reservas (PoR) consistentemente acima de 110%.

Para ler o relatório, visite aqui.

Sobre a Bitget

A Bitget é a maior Universal Exchange (UEX) do mundo, atendendo a mais de 125 milhões de usuários com acesso a mais de 2 milhões de tokens de criptomoedas, mais de 500 ações tokenizadas, ETFs, commodities, FX e metais preciosos como ouro. O ecossistema está comprometido em ajudar os usuários a negociar de forma mais inteligente com seu agente de IA sendo o copiloto para executar ordens de trade. A Bitget está impulsionando a adoção de criptomoedas por meio de parcerias estratégicas, como a MotoGP™. Alinhada com sua estratégia de impacto global, a Bitget se uniu à UNICEF em apoio ao ensino de blockchain para 1,1 milhão de pessoas até 2027. A Bitget atualmente lidera o mercado de TradFi tokenizado, fornecendo as taxas mais baixas do setor e a maior liquidez em 150 regiões em todo o mundo.

Para mais informações, visite: Website | X | Telegram | LinkedIn | Discord

Para perguntas da mídia, contate: media@bitget.com

Aviso de Risco: Os preços dos ativos digitais estão sujeitos a flutuações e podem ser significantemente voláteis. Os investidores são aconselhados a alocar apenas os fundos que podem perder. O valor de qualquer investimento pode ser afetado, e existe a possibilidade de que os objetivos financeiros não sejam atingidos, nem que o investimento principal recuperado. Aconselhamento financeiro independente deve sempre ser obtido, e a experiência financeira pessoal e a posição devem ser cuidadosamente consideradas. O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros. A Bitget não se responsabiliza por quaisquer perdas potenciais incorridas. Nada contido neste documento deve ser interpretado como aconselhamento financeiro. Para mais informações, consulte nossos Termos de Uso.

Foto deste comunicado disponível em: http://www.globenewswire.com/NewsRoom/AttachmentNg/ead9173e-1fea-4fc0-a302-999361f7d004

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Cartão físico de transporte cede lugar a Pix e celular

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O passageiro já usa o celular para comprar, fazer transferências e chamar um carro. No transporte público, porém, embarcar por muito tempo dependeu de uma etapa anterior: ter um cartão específico e lembrar que precisa carregá-lo. Essa lógica começa a mudar.

Cartões bancários por aproximação, Pix no momento do embarque e passagens vinculadas a contas digitais estão chegando às catracas. São tecnologias diferentes, mas apontam para a mesma transformação: a bilhetagem deixa de depender de um único cartão e passa a oferecer mais formas de acesso ao transporte.

“Estamos vivendo uma mudança estrutural na bilhetagem. O que antes era um cartão físico começa a se transformar em uma conta digital, e o que antes era uma etapa específica de pagamento passa a estar integrado à jornada do passageiro. A tecnologia precisa fazer cada vez mais coisas por trás da catraca para que, ao usuário, a experiência fique cada vez mais simples”, afirma Bruno Berezin, CEO da Autopass.

Em menos de seis meses, a aproximação avançou pelos trilhos de São Paulo

Em abril de 2026, o pagamento por aproximação com cartão bancário passou a estar disponível nas 97 estações da rede ferroviária paulista. No primeiro mês, foram registradas mais de 700 mil transações com cartões de débito e crédito. Em setembro, o EMV foi expandido para todas as linhas e estações do metrô e já contabiliza mais de 14,5 milhões de transações nos trilhos.

Para quem embarca, a mudança é direta: em vez de providenciar uma recarga específica de transporte, basta aproximar um cartão bancário ou dispositivo compatível. Para o sistema, ela representa a incorporação às catracas de um meio de pagamento que já faz parte de outras situações do dia a dia.

O bilhete começa a deixar o cartão físico

A transformação não se limita à forma de pagar. No modelo de Account-Based Ticketing (ABT), informações da passagem ficam vinculadas a uma conta digital, e não necessariamente armazenadas em um cartão de transporte. Isso permite que diferentes meios de acesso sejam associados à jornada do usuário.

No Jaé, no Rio de Janeiro, a Carteira Digital baseada em ABT permite gerar um QR Code dinâmico no celular para embarcar sem cartão físico. Desde a implantação do sistema, o Jaé já emitiu mais de 338 mil QR Codes dinâmicos. No TOP, a Carteira Digital também vincula a passagem à conta do usuário. A integração com o Google Wallet acrescenta outra possibilidade de usar o celular no acesso ao transporte, com o novo aplicativo TOP, lançado em junho deste ano.

Os exemplos não significam que todos os passageiros deixarão de usar cartões. Mostram que o cartão físico já não precisa ser a única forma de guardar e apresentar uma passagem.

O Pix elimina a recarga antes do embarque

No Jaé, o Pix passou a ser aceito diretamente no validador. O passageiro pode pagar a tarifa no momento do embarque, sem precisar carregar previamente um cartão físico. A solução já ultrapassou 6 milhões de transações. A diferença está menos no gesto de pagar e mais na etapa que deixa de existir: o passageiro não precisa verificar antes da viagem se tem saldo de transporte disponível.

Mais simples na catraca, mais sofisticado por trás dela

A mesma infraestrutura que amplia as opções de embarque também gera informações para a operação dos sistemas. Dados de uso e ferramentas de monitoramento podem ajudar a identificar padrões incompatíveis com determinados benefícios e apontar irregularidades para análise. É uma aplicação da tecnologia que vai além da conveniência: ela busca melhorar os controles e contribuir para a proteção dos recursos destinados ao transporte.

Para o passageiro, porém, o objetivo é o oposto da complexidade. Cartão de transporte, cartão bancário, Pix, QR Code e celular podem coexistir como portas de entrada. “Ele não precisa saber se está usando ABT, EMV ou outra tecnologia. Ele só precisa saber que chegou, embarcou e seguiu viagem”, conclui Berezin.



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