Economia
Academia ao ar livre gratuita em Palhoça premia quem treina
Economia
Palhoça ganhou um novo espaço dedicado à saúde e à qualidade de vida. No dia 15 de junho, a Pratique Fitness e a Prefeitura de Palhoça inauguraram, em parceria, uma academia ao ar livre pública e gratuita no Lago da Pedra Branca, um dos cartões-postais da cidade. A estrutura é aberta a toda a população, de qualquer idade, e pode ser utilizada livremente, sem matrícula ou mensalidade.
A nova academia conta com equipamentos modernos, projetados para resistir ao clima e oferecer um treino seguro e eficiente ao ar livre, à beira do lago. A proposta é democratizar o acesso à atividade física e transformar o espaço público em um ponto de encontro saudável para as famílias da região.
A inauguração reuniu lideranças e moradores. O prefeito de Palhoça, Eduardo Freccia, e o CEO da Pratique Fitness, Harley Tadeu, cortaram a faixa oficial diante de um público que ocupou o entorno do lago desde cedo, em clima de celebração.
O grande diferencial vai além da estrutura gratuita: a academia integra o programa Ar Livre Premiada, que transforma a constância em recompensa. A cada treino, o usuário faz um check-in por QR Code, com confirmação automática por geolocalização, e acumula saldo que não expira. O valor pode ser trocado por prémios e benefícios diretamente pelo aplicativo, incentivando quem treina a manter a frequência.
Mais do que um local para se exercitar, a iniciativa une exercício físico, contato com a natureza e tecnologia para estimular hábitos saudáveis. Para a comunidade, o equipamento se soma aos espaços de lazer e qualidade de vida de Palhoça, levando saúde para além das academias tradicionais.
Presente em Minas Gerais e Santa Catarina, com mais de 90 unidades, a Pratique Fitness tem como missão tornar a prática de atividade física mais acessível. A nova academia ao ar livre do Lago da Pedra Branca já está aberta a toda a população. Para conhecer o programa Ar Livre Premiada e participar, basta acessar https://arlivrepremiada.pratiquefitness.com.br.
Economia
Insuficiência cardíaca atinge 2 milhões de brasileiros
Considerada a via final de diversas doenças cardiovasculares, a Insuficiência Cardíaca (IC) segue entre as principais causas de internação, re-hospitalização e mortalidade cardiovascular no Brasil. Apesar do nome, a condição não significa que o coração “parou de funcionar”, mas sim que perdeu a eficiência de bombear sangue adequadamente para suprir as necessidades do organismo.
Com impacto crescente sobre pacientes, famílias e o sistema de saúde, a doença afeta aproximadamente 2 milhões de brasileiros e responde por cerca de 240 mil novos casos por ano. Entre 2014 e 2024, foram registradas mais de 2,2 milhões de internações relacionadas à insuficiência cardíaca no país. A região Sudeste concentra o maior volume de casos, com aproximadamente 931 mil hospitalizações no período, seguida pelo Nordeste, com mais de 503 mil.
O cenário reforça a relevância da doença como um importante desafio de saúde pública, especialmente diante do envelhecimento populacional e dos casos de hipertensão arterial, diabetes, obesidade e histórico de infarto.
Além do impacto clínico, essa doença também gera reflexos socioeconômicos significativos. Um levantamento do Centro de Inovação SESI em Saúde Ocupacional estima que a economia brasileira perca cerca de R$ 6 bilhões por ano em decorrência da redução da produtividade da população economicamente ativa acometida pela IC.
Como 9 de julho é o Dia Nacional de Alerta contra a Insuficiência Cardíaca, ampliar a conscientização sobre sinais, sintomas e fatores de risco torna-se fundamental para estimular o diagnóstico precoce através de intervenções médicas e evitar a progressão e piora da doença.
Para esclarecer as principais dúvidas sobre o tema, a cardiologista Dra. Ariane Vieira Scarlatelli Macedo (CRM-SP 106624), médica do ambulatório de miocardiopatias da Santa Casa de São Paulo e consultoria científica do Instituto Lado a Lado pela Vida, comenta os principais mitos e verdades relacionados à insuficiência cardíaca.
Insuficiência cardíaca é uma doença pontual? Mito.
“Trata-se de uma condição crônica e progressiva, mas que pode ser controlada com diagnóstico precoce, acompanhamento médico e tratamento adequado”, explica a cardiologista.
Cansaço excessivo e falta de ar podem ser sinais da doença? Verdade.
Entre os sintomas mais evidentes estão fadiga, falta de ar ao realizar esforços ou ao se deitar, inchaço nas pernas e tornozelos, tosse persistente, entre outros. De acordo com a Dra. Ariane, “muitas pessoas confundem esses sinais com ‘cansaço da idade’, e só procuram ajuda após agravamento dos sintomas, quando a doença já está instalada, levando ao atraso no diagnóstico”.
Só idosos desenvolvem insuficiência cardíaca? Mito.
“Embora seja mais frequente em pessoas acima dos 60 anos, a insuficiência cardíaca também pode acometer adultos mais jovens, especialmente aqueles com hipertensão descontrolada, histórico de infarto, diabetes, obesidade, doenças nas válvulas do coração, genéticas, dentre outras”, informa a cardiologista.
Quem teve infarto tem maior risco de desenvolver insuficiência cardíaca? Verdade.
Sem o tratamento correto, o infarto pode danificar o músculo cardíaco e comprometer a capacidade de bombeamento do coração. “Muitos casos de insuficiência cardíaca surgem como consequência de doenças cardiovasculares mal controladas ao longo do tempo”, alerta a especialista.
A insuficiência cardíaca tem tratamento? Verdade.
Os avanços da cardiologia nos últimos anos trouxeram novas opções terapêuticas que ajudam a controlar sintomas, reduzir hospitalizações e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. “Mudanças no estilo de vida, prática de atividade física orientada, alimentação equilibrada e adesão ao tratamento são fundamentais”, recomenda a médica.
Inchaço nas pernas sempre é problema circulatório? Mito.
O edema pode ter diferentes causas, mas também pode ser um sinal importante de insuficiência cardíaca, principalmente quando associado à falta de ar e cansaço frequente.
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