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Polícia Militar apreende adolescente faccionado por homicídio em Mirassol d’Oeste

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Policiais militares do 17º Batalhão apreenderam um adolescente faccionado, de 15 anos, suspeito pelo homicídio que vitimou um homem, de 25 anos, na tarde desta quinta-feira (18.6), em Mirassol d’Oeste. O suspeito foi encontrado logo após o crime e foi detido em flagrante. A arma utilizada no homicídio também foi apreendida pela PM.

O 17º BPM recebeu denúncias, via 190, sobre disparos de arma de fogo que haviam sido ouvidos nas proximidades de uma represa. Imediatamente, os policiais seguiram para a região e encontraram uma aglomeração de pessoas e a vítima caída no chão, com ferimentos decorrentes de tiros.

A ambulância do hospital da cidade já havia sido acionada pelas testemunhas e, ao chegar no local, os socorristas confirmaram a morte do homem. Os populares que se encontravam presentes também disseram para a PM que o suspeito do crime teria fugido em uma motocicleta após efetuar os disparos e informaram as características do criminoso.

Os militares iniciaram diligências, seguindo as orientações das testemunhas, e com apoio do setor de inteligência identificaram a possível localização do suspeito do crime. Em seguida, a PM foi até uma residência e flagrou o suspeito tentando fugir em uma motocicleta.

O adolescente foi localizado, cercado pelas equipes policiais e apreendido. Durante a abordagem, confessou a autoria do homicídio e afirmou que o crime teria sido determinado por integrantes de uma facção criminosa. Ele também indicou a arma utilizada na execução, uma pistola calibre 9 mm, que foi localizada e apreendida pelos policiais.

Diante do flagrante, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido pela PM até a delegacia da cidade para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.



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Polícia

Um policial penal atirou contra um jovem durante um encontro para a devolução de um celular.

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CUIABÁ – Um homem de 35 anos encontra-se em estado grave após ser baleado durante um encontro para a devolução de um aparelho celular, na noite desta quarta-feira (22), no bairro CPA IV, em Cuiabá. O caso, que envolve uma policial penal, é alvo de inquérito aberto pela Polícia Civil.

O caso

Segundo informações registradas pela Polícia Militar, o aparelho em questão havia sido perdido no último sábado (19), em um shopping da capital, por uma jovem de 18 anos. Após localizar o dispositivo via sistema iCloud, a proprietária teria sido contatada por um desconhecido que condicionou a devolução do item ao pagamento de uma quantia em dinheiro.

Na noite de quarta-feira, a mãe da jovem — que atua como policial penal — acompanhou a filha ao local marcado para a entrega. Conforme o boletim de ocorrência, a policial identificou-se e tentou realizar a abordagem do motociclista que faria a entrega. A PM relata que, diante de uma suposta reação do condutor, a policial efetuou disparos. O homem foi atingido por três tiros; um quarto disparo atingiu a motocicleta.

Versão da família

Familiares da vítima contestam a versão apresentada pelas autoridades. Em entrevista ao MTPlay no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), o irmão do baleado afirmou que ele não teve participação em qualquer negociação de extorsão. Segundo a família, o rapaz foi contratado apenas para realizar a entrega do objeto, pelo valor de R$ 100, sem conhecimento do histórico do aparelho ou de exigências financeiras feitas à proprietária.

Investigação

O jovem passou por procedimento cirúrgico e permanece internado sob cuidados médicos. Após o episódio, a policial penal deixou o local e deve se apresentar à Polícia Civil para prestar esclarecimentos, acompanhada de advogado.

A Polícia Civil trabalha agora para confrontar as versões apresentadas. A perícia técnica, a análise das circunstâncias da abordagem e o depoimento dos envolvidos serão fundamentais para determinar se houve abuso de autoridade, legítima defesa ou erro de conduta durante a ação.

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