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Tenor Chorão leva choro brasileiro gratuito a Arniqueira
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O projeto Tenor Chorão realiza, na terça-feira, dia 23 de junho, novas apresentações gratuitas na Escola Classe Arniqueira, nos períodos matutino e vespertino. A atividade integra a terceira temporada da iniciativa, que valoriza a sonoridade do violão tenor chorão e aproxima o choro brasileiro de públicos diversos, ampliando o acesso à música instrumental em espaços sociais e educativos da região administrativa de Arniqueira (DF).
Antes das apresentações na escola pública, a temporada 2026 passou por diferentes equipamentos da região. A programação teve início no dia 12 de junho, com atividades no Centro Social Formar e no Restaurante Comunitário. No dia 15, o grupo se apresentou no Lar de Idosos Maria Madalena. Já no dia 16, retornou ao Restaurante Comunitário e ao Centro Social Formar, levando música brasileira a ambientes de convivência, assistência, alimentação e circulação comunitária.
Violão tenor e choro brasileiro
Idealizado pelo multi-instrumentista Nícolas Madalena, o Tenor Chorão valoriza a sonoridade do violão tenor chorão — instrumento de quatro cordas, com proporções menores que o violão tradicional — e propõe uma aproximação entre a tradição do choro e o cotidiano de comunidades, estudantes, idosos e frequentadores de equipamentos públicos.
Na Escola Classe Arniqueira, a proposta ganha também caráter formativo, ao apresentar ao público elementos da história do choro, seus instrumentos, compositores e referências musicais. A atividade busca estimular a escuta, a curiosidade e o contato com um dos gêneros mais representativos da música brasileira.
Formação musical
A identidade sonora da temporada será construída por uma formação que reúne músicos reconhecidos no cenário brasiliense. O grupo conta com Nícolas Madalena no violão tenor chorão, Nelson Latif no violão de sete cordas, Sidney Rosa na sanfona, Pati Barcellos no cavaquinho e Nathália Marques no pandeiro, além da participação especial do flautista Caio Handel.
Para Nícolas Madalena, a nova etapa dá continuidade à proposta de levar o choro para além dos espaços tradicionais de apresentação musical. “O Tenor Chorão nasceu do desejo de valorizar o violão tenor e, ao mesmo tempo, aproximar o choro de públicos que muitas vezes não têm acesso a esse tipo de programação. Quando tocamos em escolas, instituições sociais, lares de idosos ou restaurantes comunitários, a música deixa de ser apenas apresentação e se transforma em encontro. O público reconhece melodias, se emociona, conversa com os músicos e participa da construção daquele momento”, destaca o idealizador.
Repertório afetivo e formação de público
O repertório reúne clássicos do choro brasileiro, como “Carinhoso” e “Rosa”, de Pixinguinha; “Brasileirinho”, de Waldir Azevedo; “Doce de Coco” e “Feitiço”, de Jacob do Bandolim; “Caçula”, de Claudionor Cruz; e “Tico-Tico no Fubá”, de Zequinha de Abreu. A seleção também dá destaque à obra de Garoto com composições como “Meditando”, “Quanto Dói a Saudade” e “Jorge do Fusa”, além de incluir “Bora Tocar”, composição autoral de Nícolas Madalena. “Pensamos em um repertório que pudesse criar uma conexão imediata com o público, com músicas muito conhecidas, que fazem parte da memória afetiva de muita gente. Também achei importante incluir uma composição autoral para mostrar que o violão tenor segue vivo, com novos compositores e novas possibilidades”, ressalta Nícolas.
Outro ponto especial do repertório é a presença de obras de Garoto, nome artístico de Aníbal Augusto Sardinha, um dos músicos mais importantes da história da música popular brasileira. Multi-instrumentista, destacou-se pela atuação no violão, cavaquinho, bandolim e violão tenor, influenciando gerações de músicos e compositores. Considerado uma referência fundamental para o violão tenor no Brasil, Garoto teve os 70 anos de sua morte lembrados em 2025 e, em 2026, sua obra entrou em domínio público.
“O compositor é uma referência essencial para a música brasileira e para o universo das cordas. Por isso, trazer mais de uma obra dele para o repertório é também uma forma de valorizar esse legado”, avalia o idealizador do projeto.
Além da execução musical, os encontros têm caráter didático e interativo. Durante a programação, os músicos compartilham informações sobre a história do choro, seus principais instrumentos, compositores e a importância do violão tenor na música brasileira. Cada atividade funciona também como oportunidade de formação de público e de difusão cultural.
Choro em espaços de convivência
De acordo com o músico Nelson Latif, a terceira edição consolida a trajetória da iniciativa e amplia sua dimensão social. “Estamos muito felizes com a consolidação do Tenor Chorão. Para um grupo independente de artistas, educadores e músicos, chegar à terceira edição de um projeto tão querido é uma alegria muito grande. Nesta temporada, há uma faceta social ainda mais evidente, com a presença em restaurantes comunitários, espaços muito utilizados pela população de baixa renda e que recebem um grande fluxo de pessoas diariamente”, afirma.
Latif acentua que levar música a esses ambientes cria novas possibilidades de encontro entre arte e cotidiano. “Os restaurantes comunitários são espaços enormes, muito frequentados na hora do almoço, mas que normalmente não contam com atividades culturais. Então, estamos curiosos e animados para ver a reação das pessoas que estarão ali almoçando e, de repente, vão se deparar com um grupo de chorões tocando ao vivo. É uma experiência nova e muito especial para o projeto”, completa.
A temporada 2026 tem apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, e contribui para ampliar a presença do choro na cena cultural da capital, aproximando tradição, memória e formação de público.
Serviço:
Evento: 3ª Temporada do projeto Tenor Chorão/2026
Entrada: gratuita
Classificação: livre
Próximas apresentações: 23/6 – terça-feira, Escola Classe Arniqueira
Endereço: SHA Quadra 4, Conjunto 4, Área Especial 5 — Setor Habitacional Arniqueira — Arniqueira — Brasília (DF)
Períodos: matutino e vespertino
Apoio: Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal
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Arraiá da BPW Várzea Grande: Tradição e Elegância no Mirante das Águas
O clima de festa junina tomou conta da cidade em uma celebração que, em sua segunda edição, já se consagra como um evento imperdível no calendário social de Várzea Grande. O Arraiá da BPW Várzea Grande reuniu associadas, convidados e personalidades em uma noite memorável, confirmando sua força e sucesso.
Cenário de Belezas
O evento foi realizado no requintado Mirante das Águas, que proporcionou o ambiente perfeito para a festança. Com uma decoração temática impecável e uma vista privilegiada, o local recebeu um público seleto e animado.
A noite foi marcada pela presença de muita gente bonita, que caprichou no traje típico, unindo o charme tradicional do interior com a elegância que é marca registrada das integrantes da BPW (Business and Professional Women).
Sucesso Consolidado
Chegando ao seu segundo ano, o Arraiá da BPW Várzea Grande mostrou a que veio. O que começou como uma iniciativa de confraternização rapidamente se transformou em uma tradição esperada pela sociedade várzea-grandense. A organização impecável e o espírito de união das associadas foram os pontos altos da celebração.
O VG News marcou presença em cada detalhe dessa festa, registrando os melhores momentos e o clima de descontração que contagiou todos os presentes.
Entre comidas típicas deliciosas, música de qualidade e aquela energia positiva que só o povo mato-grossense sabe transmitir, o evento reforçou a importância do trabalho da BPW em fortalecer o empreendedorismo feminino, sem nunca abrir mão da alegria e da integração social.
Que venha a terceira edição!
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