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Polícia civil prende membros de grupo especializado em furto de baterias de torres de telecomunicações

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na tarde desta quarta-feira (10.6), dois homens suspeitos de integrar um grupo especializado no furto de baterias de lítio de torres de transmissão de telefonia em Várzea Grande. Um adolescente que participava da ação também foi apreendido.

A investigação, realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), teve início após o registro de um furto ocorrido na madrugada de quarta-feira em uma torre de transmissão localizada no Bairro Mapim.

Os criminosos arrombaram o alambrado, o gradil de proteção e o cofre das baterias com uso de lixadeira, pé de cabra e alavanca, subtraindo três baterias de íons de lítio, avaliadas em aproximadamente R$ 21 mil.

Após a denúncia, a equipe de investigação agiu rapidamente, identificou o veículo utilizado na ação criminosa e rastreou seu deslocamento até efetuar a abordagem dos suspeitos.

Ao serem localizados, os suspeitos confessaram o crime e conduziram os policiais até o local onde as baterias estavam escondidas, possibilitando a recuperação integral dos bens subtraídos.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Durante a ação, foi apreendido um segundo veículo, também identificado em outras ações de mesma natureza, indicando que o grupo atuava de forma organizada e reiterada. As investigações apontam a existência de várias ocorrências anteriores de furto de cabos e baterias de torres de operadoras de telefonia atribuídas ao mesmo grupo criminoso.

Os adultos foram autuados em flagrante por furto qualificado de componentes de infraestrutura de telecomunicações, associação criminosa e corrupção de menores, sendo requerida a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva. O adolescente foi submetido ao procedimento previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.



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Um policial penal atirou contra um jovem durante um encontro para a devolução de um celular.

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CUIABÁ – Um homem de 35 anos encontra-se em estado grave após ser baleado durante um encontro para a devolução de um aparelho celular, na noite desta quarta-feira (22), no bairro CPA IV, em Cuiabá. O caso, que envolve uma policial penal, é alvo de inquérito aberto pela Polícia Civil.

O caso

Segundo informações registradas pela Polícia Militar, o aparelho em questão havia sido perdido no último sábado (19), em um shopping da capital, por uma jovem de 18 anos. Após localizar o dispositivo via sistema iCloud, a proprietária teria sido contatada por um desconhecido que condicionou a devolução do item ao pagamento de uma quantia em dinheiro.

Na noite de quarta-feira, a mãe da jovem — que atua como policial penal — acompanhou a filha ao local marcado para a entrega. Conforme o boletim de ocorrência, a policial identificou-se e tentou realizar a abordagem do motociclista que faria a entrega. A PM relata que, diante de uma suposta reação do condutor, a policial efetuou disparos. O homem foi atingido por três tiros; um quarto disparo atingiu a motocicleta.

Versão da família

Familiares da vítima contestam a versão apresentada pelas autoridades. Em entrevista ao MTPlay no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), o irmão do baleado afirmou que ele não teve participação em qualquer negociação de extorsão. Segundo a família, o rapaz foi contratado apenas para realizar a entrega do objeto, pelo valor de R$ 100, sem conhecimento do histórico do aparelho ou de exigências financeiras feitas à proprietária.

Investigação

O jovem passou por procedimento cirúrgico e permanece internado sob cuidados médicos. Após o episódio, a policial penal deixou o local e deve se apresentar à Polícia Civil para prestar esclarecimentos, acompanhada de advogado.

A Polícia Civil trabalha agora para confrontar as versões apresentadas. A perícia técnica, a análise das circunstâncias da abordagem e o depoimento dos envolvidos serão fundamentais para determinar se houve abuso de autoridade, legítima defesa ou erro de conduta durante a ação.

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