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Polícias Civil e Militar prendem faccionados envolvidos em sequetro e execução de jovem em Aripuanã

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Dois integrantes de uma facção criminosa, envolvidos no sequestro, tortura e homicídio de uma jovem de 22 anos, em Aripuanã, forma presos em flagrante, nessa quarta-feira (3.6), em ação conjunta entre a Polícia Civil e a Polícia Militar, no município. Os suspeitos, ambos de 27 anos, foram flagrados no momento em que ocultariam no corpo da vítima.

As diligências iniciaram após informações apontarem que a vítima, identificada como Ana Beatriz Silva Lopes, moradora do distrito de Conselvan, estaria sendo mantida em cárcere privado por integrantes de uma facção criminosa atuante na região, sendo imediatamente iniciadas as diligências para localização da jovem.

Com base nas informações, passadas os policiais chegaram a um bar/boate, onde a vítima estaria sendo mantida em poder dos criminosos, onde perceberam movimentação suspeita. Ao ingressarem no imóvel, os policiais localizaram o corpo da vítima na cozinha do estabelecimento, envolto em um lençol e caído ao solo.

Informações preliminares levantadas durante a ação apontam que a jovem havia sido mantida amarrada e submetida a sessões de tortura desde as primeiras horas da manhã, sendo posteriormente executada pelos criminosos. No local, um dos suspeitos tentou fugir e resistiu à abordagem policial, porém acabou detido. O segundo investigado foi localizado escondido sob uma mesa de sinuca.

Diante das evidências, os dois suspeitos foram detidos e encaminhados à Delegacia de Aripuanã, onde após serem interrogados, foram autuados em flagrante por homicídio qualificado, sequestro e cárcere privado, além dos crimes de resistência e desobediência praticados durante a ação policial.

As investigações apontam que o crime está relacionado à atuação de facção criminosa e seguem em andamento para identificar outros envolvidos e esclarecer completamente as circunstâncias do homicídio.
 



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Um policial penal atirou contra um jovem durante um encontro para a devolução de um celular.

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CUIABÁ – Um homem de 35 anos encontra-se em estado grave após ser baleado durante um encontro para a devolução de um aparelho celular, na noite desta quarta-feira (22), no bairro CPA IV, em Cuiabá. O caso, que envolve uma policial penal, é alvo de inquérito aberto pela Polícia Civil.

O caso

Segundo informações registradas pela Polícia Militar, o aparelho em questão havia sido perdido no último sábado (19), em um shopping da capital, por uma jovem de 18 anos. Após localizar o dispositivo via sistema iCloud, a proprietária teria sido contatada por um desconhecido que condicionou a devolução do item ao pagamento de uma quantia em dinheiro.

Na noite de quarta-feira, a mãe da jovem — que atua como policial penal — acompanhou a filha ao local marcado para a entrega. Conforme o boletim de ocorrência, a policial identificou-se e tentou realizar a abordagem do motociclista que faria a entrega. A PM relata que, diante de uma suposta reação do condutor, a policial efetuou disparos. O homem foi atingido por três tiros; um quarto disparo atingiu a motocicleta.

Versão da família

Familiares da vítima contestam a versão apresentada pelas autoridades. Em entrevista ao MTPlay no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), o irmão do baleado afirmou que ele não teve participação em qualquer negociação de extorsão. Segundo a família, o rapaz foi contratado apenas para realizar a entrega do objeto, pelo valor de R$ 100, sem conhecimento do histórico do aparelho ou de exigências financeiras feitas à proprietária.

Investigação

O jovem passou por procedimento cirúrgico e permanece internado sob cuidados médicos. Após o episódio, a policial penal deixou o local e deve se apresentar à Polícia Civil para prestar esclarecimentos, acompanhada de advogado.

A Polícia Civil trabalha agora para confrontar as versões apresentadas. A perícia técnica, a análise das circunstâncias da abordagem e o depoimento dos envolvidos serão fundamentais para determinar se houve abuso de autoridade, legítima defesa ou erro de conduta durante a ação.

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