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Polícia Civil apreende arma de fogo e munições em investigação sobre ameaça e extorsão

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Uma arma de fogo e diversas munições foram apreendidas pela Polícia Civil de Mato Grosso, na quinta-feira (28.5), durante cumprimento de mandado de busca e apreensão em uma propriedade rural localizada na região conhecida como “Vale da Prata”, no município de Pedra Preta.

A ordem judicial foi expedida pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias e foi cumprida pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, com apoio da equipe da Delegacia de Guiratinga.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

A representação pelo mandado de busca e apreensão foi realizada após investigações da Polícia Civil para apurar os crimes de extorsão, ameaça e posse ilegal de arma de fogo.

As investigações da Derf de Rondonópolis se iniciaram após o recebimento de denúncias anônimas sobre um homem que estava circulando armado na região do Vale da Prata, utilizando o armamento para praticar ameaças e extorsões contra moradores locais.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Durante o cumprimento da ordem judicial, o proprietário não foi localizado, estando presente apenas um funcionário, que informou que o filho do proprietário, de 26 anos, reside no sítio. Segundo relatado, o investigado teria saído a cavalo para buscar gado em uma propriedade situada a aproximadamente 15 quilômetros de distância.

Em buscas no local, os policiais civis localizaram e apreenderam uma espingarda modificada (“brocada”) para calibre .22, além de 114 munições do mesmo calibre. Todo o material apreendido foi encaminhado à Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis para as providências cabíveis.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos crimes de extorsão, ameaça e posse ilegal de arma de fogo.



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Um policial penal atirou contra um jovem durante um encontro para a devolução de um celular.

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CUIABÁ – Um homem de 35 anos encontra-se em estado grave após ser baleado durante um encontro para a devolução de um aparelho celular, na noite desta quarta-feira (22), no bairro CPA IV, em Cuiabá. O caso, que envolve uma policial penal, é alvo de inquérito aberto pela Polícia Civil.

O caso

Segundo informações registradas pela Polícia Militar, o aparelho em questão havia sido perdido no último sábado (19), em um shopping da capital, por uma jovem de 18 anos. Após localizar o dispositivo via sistema iCloud, a proprietária teria sido contatada por um desconhecido que condicionou a devolução do item ao pagamento de uma quantia em dinheiro.

Na noite de quarta-feira, a mãe da jovem — que atua como policial penal — acompanhou a filha ao local marcado para a entrega. Conforme o boletim de ocorrência, a policial identificou-se e tentou realizar a abordagem do motociclista que faria a entrega. A PM relata que, diante de uma suposta reação do condutor, a policial efetuou disparos. O homem foi atingido por três tiros; um quarto disparo atingiu a motocicleta.

Versão da família

Familiares da vítima contestam a versão apresentada pelas autoridades. Em entrevista ao MTPlay no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), o irmão do baleado afirmou que ele não teve participação em qualquer negociação de extorsão. Segundo a família, o rapaz foi contratado apenas para realizar a entrega do objeto, pelo valor de R$ 100, sem conhecimento do histórico do aparelho ou de exigências financeiras feitas à proprietária.

Investigação

O jovem passou por procedimento cirúrgico e permanece internado sob cuidados médicos. Após o episódio, a policial penal deixou o local e deve se apresentar à Polícia Civil para prestar esclarecimentos, acompanhada de advogado.

A Polícia Civil trabalha agora para confrontar as versões apresentadas. A perícia técnica, a análise das circunstâncias da abordagem e o depoimento dos envolvidos serão fundamentais para determinar se houve abuso de autoridade, legítima defesa ou erro de conduta durante a ação.

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