Mato Grosso
Polícia de SP investiga venda de dados de mortos a funerárias
Mato Grosso
A Corregedoria-Geral da Polícia Civil, a prefeitura de São Paulo e a Controladoria-Geral do município investigam uma suposta organização criminosa que obtinha irregularmente os registros de óbitos na capital paulista e repassava para empresas do setor funerário.
A segunda fase da Operação Luctus foi deflagrada nesta quinta-feira (29) para apurar mais informações. O grupo é investigado por crimes contra a administração pública, corrupção, acesso indevido a informações sigilosas, lavagem de capitais e outros delitos correlatos.
“A investigação teve origem a pedido da prefeitura. A operação cumpriu mandados de busca e apreensão em 21 alvos, entre eles um policial civil, um funcionário da prefeitura e empresários do setor. Integrantes da Corregedoria do Município acompanharam as diligências”, informou a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP).
Segundo a SSP-SP, a segunda fase da operação, pretende, além da responsabilização penal dos envolvidos, identificar vulnerabilidades no sistema e formas para aperfeiçoar os mecanismos de controle interno, governança e integridade.
Uma das empresas envolvidas é a concessionária Velar SP, um dos quatro grupos que administram os 22 cemitérios da capital paulista. A Velar é responsável por seis deles, como Vila Alpina, Itaquera e Freguesia do Ó.
Em nota, a Velar afirmou que tomou conhecimento da Operação Luctus pela imprensa e até o momento não teve acesso aos autos nem à decisão judicial que fundamentou as diligências e que está à disposição das autoridades para contribuir com o pleno esclarecimento dos fatos.
“A Velar reafirma seu compromisso com a lisura de sua atuação e com o respeito às famílias atendidas, repudia quaisquer práticas ilícitas e esclarece que já havia se colocado à disposição das autoridades para colaborar no esclarecimento dos fatos e de eventuais ilicitudes praticadas por quem quer que seja”, diz a nota.
Mato Grosso
Terceira edição do CNU pode ter até 3 mil vagas
Quem pretende fazer concurso público em 2027 pode se preparar. Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), existe a expectativa de um novo Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) no próximo ano com até 3 mil vagas.
A realização do certame, porém, depende da aprovação, pelo Congresso Nacional, do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) que permita espaço fiscal para preenchimento de novas vagas no serviço público.
Na nota enviada à Agencia Brasil , o MGI diz que considera o CNPU “uma política pública de renovação, modernização e democratização do acesso ao serviço público federal” e que a ideia é que ele se consolide como um processo permanente de seleção de servidores, com edições realizadas em ciclos regulares, idealmente a cada dois anos.
O CNPU foi criado em 2023 pelo governo federal e ficou conhecido como “Enem dos Concursos”. O objetivo foi centralizar os processos seletivos para contratação de servidores públicos em diversos órgãos do Poder Executivo federal e aumentar os locais de prova pelo país.
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