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Economia

Premiações da AnaMid reúnem inscrições de 22 UFs

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Cases de publishers, agências, marcas e fornecedores de serviços digitais de 21 estados e do Distrito Federal já estão inscritos nas premiações promovidas pela Associação Nacional do Mercado e Indústria Digital (AnaMid) em 2026. A presença de projetos de 22 das 27 unidades da Federação amplia o alcance regional das iniciativas e ajuda a revelar um mercado digital que se desenvolve para além dos grandes polos tradicionalmente associados ao setor.

Centenas de empresas já se candidataram às duas premiações da AnaMid: o Brasil Publisher Awards, dedicado a sites, portais, blogs e apps de conteúdo, e o Brasil Digital Awards, que reconhece cases de marcas, agências e fornecedores de serviços digitais. As inscrições foram prorrogadas até 08 de novembro.

“A diversidade regional dos trabalhos mostra que inovação, conteúdo e desenvolvimento digital não estão restritos aos maiores centros econômicos. Existem empresas, profissionais e publishers construindo soluções relevantes em diferentes partes do País, e dar visibilidade a essa produção também ajuda o mercado a compreender melhor sua própria dimensão”, afirma Vinícius Melo, presidente nacional da AnaMid.

Duas frentes do ecossistema digital

Em sua primeira edição, o Brasil Digital Awards contempla dez categorias relacionadas à atuação de marcas, agências e fornecedores do setor: gestão de mídias sociais; experiência em plataformas digitais; performance com mídia paga; crescimento orgânico, incluindo SEO, GEO e AEO; gestão e análise de dados, com BI e CRM; automação e inteligência artificial; e impacto social e transformação.

Já o Brasil Publisher Awards, que chega à terceira edição, contempla dez categorias gerais — entretenimento, esportes, economia e/ou finanças, games, saúde e/ou bem-estar, tecnologia, automotivo, receitas e/ou cozinha, notícias nacional e astrologia — além da categoria de notícias estaduais.

Inscrições prorrogadas até 08 de novembro

Embora estejam reunidos sob organização da AnaMid e tenham seus vencedores anunciados na mesma cerimônia, Brasil Digital Awards e Brasil Publisher Awards mantêm identidades, categorias, processos de inscrição, critérios de avaliação e bancas de jurados independentes. Com inscrições prorrogadas até 08 de novembro, cada CNPJ pode cadastrar até dois cases gratuitamente, considerando as duas premiações.

A avaliação acontece entre 09 e 29 de novembro e será conduzida por uma banca formada por 35 profissionais da comunicação, tecnologia, mercado anunciante, mídia e meio acadêmico. Os vencedores das duas premiações serão revelados em 7 de dezembro, durante cerimônia em São Paulo.

A realização do Brasil Publisher Awards e Brasil Digital Awards conta com o apoio de AdOpt, Magazord, Membrana, MGID, PageSignal, PremiumAds, VitaminaWeb, PH3A, Taboola, Vidoomy, Serverdo, VejaPixel e Koud, empresas que atuam em diferentes frentes do ecossistema digital e contribuem para viabilizar a iniciativa de valorização e reconhecimento do setor.

As inscrições podem ser realizadas no site oficial do prêmio.



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Brasil cria 121,3 mil postos de trabalho em setembro, aponta Caged

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Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta quarta-feira (4), apontam que 121,3 mil postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em setembro. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

O saldo é 24,7% maior em relação a agosto, quando o país criou 161 mil empregos.

A criação de empregos caiu 43,5% em comparação a setembro do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia. No mesmo mês de 2025, tinham sido criados 214,6 mil postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.

Em relação aos meses de setembro desde 2020, esse é o resultado mais baixo da série. A mudança da metodologia no Caged impede a comparação com anos anteriores a 2020.

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Acumulado

De janeiro a setembro, o Caged registrou queda de 27,9% no acumulado de vagas formais:

  • 1.248.914 (nove meses de 2026);
  • 1.731.398 (nove meses de 2025).

Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.

Setores

Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em setembro. Só a agropecuária demitiu mais do que contratou.

  • Serviços: 81.241 postos;
  • Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 19.285;
  • Comércio: 15.697;
  • Construção civil: 9.468;
  • Agropecuária: -4.381.

Tradicionalmente, o mês de setembro é fraco para a agropecuária, por causa do início do plantio. No entanto, representa alta na atividade industrial, com as fábricas começando a produzir para o Natal.

Destaques

Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de atividades administrativas e serviços complementares, com a abertura de 18,3 mil postos formais. A categoria de saúde humana e serviços sociais abriu 15,4 mil vagas. O setor de transporte, armazenagem e correio criou 13,2 mil postos.

Na indústria, o destaque positivo ficou com o segmento de serviços especializados para fabricação de produtos alimentícios (17 mil), fabricação de veículos automotores (2,1 mil) e coleta, tratamento, disposição de resíduos e recuperação de materiais (1,48 mil).

No comércio, o maior gerador de empregos foi o comércio varejista (9,43 mil), seguido por comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas (3,87 mil.

Na construção, os destaques foram obras de infraestrutura (4,66 mil) e serviços especializados para construção (3,9 mil).

Regiões e estados

Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais em setembro.

Veja abaixo o desempenho de cada região:

  • Nordeste: 49.142 postos;
  • Sudeste: 39.404;
  • Norte: 14.748;
  • Sul: 9.949;
  • Centro-Oeste: 7.894.

Na divisão por unidades da Federação, 26 registraram saldo positivo. Apenas o Rio Grande do Sul demitiu 2, 9 mil a mais do que contratou. Os destaques na criação de empregos foram em São Paulo (19,3 mil), Pernambuco (13,3 mil) e Alagoas (11,1 mil).

As unidades da Federação com o menor saldo de abertura de empregos formais em setembro foram Acre (235), Goías (307) e Maranhão (654).

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, no Rio Grande do Sul, as demissões decorrem do fim da safra de fumo e da retração no comércio varejista.

Salário médio

O salário médio real de admissão em setembro totalizou R$ 2.429,41. Isso representa:

  • redução de R$ 1,10 (-0,05%) em relação a agosto (R$ 2.430,51);
  • aumento de R$ 44,90 (1,88%) em relação a setembro de 2025 (R$ 2.384,51).

Carteira assinada

Com a criação de empregos formais, o número de trabalhadores com carteira assinada encerrou setembro em 48,35 milhões, alta de 0,25% em relação a agosto e de 1,65% em relação ao mesmo mês do ano passado.



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