Economia
Atlas Lithium confirma produção de lítio em 2027
Economia
Em comunicado oficial divulgado hoje, 13 de julho, a Atlas Lithium (NASDAQ: ATLX) informou que está dentro do prazo para iniciar a produção comercial de concentrado de óxido de lítio no Projeto Neves a partir do quarto trimestre de 2027. O projeto é 100% da empresa, já tem todas as licenças necessárias e vai contar com uma planta que produz e processa o minério no mesmo lugar, com capacidade para gerar cerca de 150 mil toneladas por ano de concentrado de óxido de lítio de alta qualidade — matéria-prima usada nas baterias de carros elétricos e em sistemas de armazenamento de energia.
A empresa já recebeu propostas de compra de várias companhias interessadas no material, e a soma dessas propostas é superior ao triplo da capacidade de produção prevista da Atlas. Ou seja, a procura pelo concentrado de lítio do Projeto Neves se apresenta maior do que a oferta.
No Vale do Jequitinhonha, região em desenvolvimento de Minas Gerais, a Atlas Lithium diz que vai gerar mais de 5 mil empregos, diretos e indiretos, quando a operação estiver funcionando por completo. Os funcionários já contratados na região recebem, em média, o dobro da média salarial do local e têm plano de saúde e outros benefícios acima da média da região.
Os principais pontos do comunicado
- A empresa mantém o plano de iniciar a produção comercial no 4º trimestre de 2027;
- O projeto já tem todas as licenças ambientais e operacionais necessárias — isso reduz bastante o risco de atraso;
- As propostas de compra recebidas já somam mais de 3 vezes a produção prevista;
- Os números do estudo de viabilidade são fortes: TIR (Taxa Interna de Retorno) de 145% após impostos e retorno do investimento em 11 meses. O custo para produzir uma tonelada é de US$ 489, enquanto o preço de mercado está em torno de US$ 2.300;
- Mais de 5 mil empregos, diretos e indiretos, serão criados no Vale do Jequitinhonha.
Nos últimos meses, o projeto avançou bastante no local, com a ajuda de empresas brasileiras de engenharia e construção:
- Promon Engenharia — projeto detalhado da planta;
- TSX Engineering — gestão do projeto, custos e riscos;
- Cerne Construções — engenharia, suprimentos e construção das instalações;
- RETC Infraestrutura — terraplanagem e obras civis;
- Alfa Engenharia — montagem dos equipamentos.
Todos os contratos com esses parceiros ficaram dentro ou abaixo do orçamento previsto no estudo de viabilidade — o que mostra que a empresa está controlando bem os custos do projeto.
“Acreditamos que o Projeto Neves está entre os empreendimentos de lítio mais eficientes em capital do mundo, e está claro que os compradores globais de lítio já perceberam isso”, disse Marc Fogassa, CEO e presidente do Conselho da Atlas Lithium. “Nosso progresso contínuo reflete uma execução disciplinada e metódica em todas as frentes — licenciamento, contratação e engenharia. É importante destacar que já estamos criando alguns dos melhores empregos do Vale do Jequitinhonha, e nosso crescimento contínuo vai se traduzir em ganhos ainda maiores para nossas comunidades e para a economia local.”
A Atlas Lithium é dona do maior conjunto de áreas para exploração de lítio do Brasil entre as empresas que têm ações na bolsa — cerca de 557 km² de direitos de mineração nas principais regiões produtoras do país. A ideia é crescer ainda mais, com novas plantas e mais capacidade, acompanhando a demanda mundial por lítio, que deve aumentar com o avanço da inteligência artificial e o crescimento dos carros elétricos.
Sobre a Atlas Lithium
A Atlas Lithium (NASDAQ: ATLX) é uma empresa de desenvolvimento de lítio focada em levar o Projeto Neves à produção. O projeto já tem todas as licenças e apresenta números fortes de retorno financeiro, com TIR de 145% e payback de 11 meses. A Atlas também tem cerca de 20% de participação na Atlas Critical Minerals (NASDAQ: ATCX).
Para mais informações, a íntegra do comunicado oficial (em inglês) está disponível em: https://www.newsfilecorp.com/release/304861
Contato de Imprensa — Brasil
Fábio Pimentel | Cel: (11) 9 5399 8998
Economia
Confiança da indústria cai ao menor nível desde a pandemia
A confiança dos empresários da indústria brasileira atingiu, em julho, o menor nível desde o auge da pandemia de covid-19. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) caiu 2,3 pontos em relação a junho, passando de 46,7 para 44,4 pontos, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (13) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Com o resultado, o indicador permanece há 19 meses consecutivos abaixo da linha de 50 pontos, que separa confiança de falta de confiança. Trata-se da segunda maior sequência de pessimismo da série histórica, atrás apenas do período de recessão econômica entre 2015 e 2016.
Pessimismo prolongado
Para a CNI, a permanência do índice em nível negativo por um período prolongado pode impactar diretamente a atividade industrial.
Segundo o gerente de Análise Econômica da entidade, Marcelo Azevedo, a persistência do pessimismo tende a reduzir o ritmo da produção, frear investimentos e afetar o mercado de trabalho.
“Na medida em que se tem um período tão longo de pessimismo, isso se traduz em redução do número de empregados, da produção ou até cancelamento de investimentos produtivos”, afirmou Azevedo em nota.
Expectativas menores
Os dois componentes que formam o Icei registraram queda em julho.
O Índice de Condições Atuais recuou 0,7 ponto, para 41,6 pontos, indicando que os empresários avaliam que o ambiente de negócios e a economia estão piores do que há seis meses.
O Índice de Expectativas caiu 3,1 pontos, para 45,8 pontos, registrando o maior recuo desde novembro de 2022. Com isso, o otimismo em relação às próprias empresas perdeu força, enquanto a percepção sobre a economia brasileira tornou-se ainda mais negativa.
Cenário externo
De acordo com a CNI, a deterioração das expectativas está ligada ao aumento das incertezas no cenário internacional.
Entre os fatores apontados estão o agravamento dos conflitos no Oriente Médio e a possibilidade de retomada de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, fatores que elevaram a percepção de risco entre os empresários.
“A piora das expectativas se deve, possivelmente, ao aumento das incertezas do cenário externo, tanto o acirramento da guerra no Oriente Médio como também a eventual retomada de tarifas americanas sobre produtos brasileiros”, avaliou Marcelo Azevedo.
Como funciona
O Icei varia de zero a 100 pontos. Resultados abaixo de 50 indicam falta de confiança dos empresários industriais, enquanto índices acima desse patamar sinalizam confiança.
Para a edição de julho, a CNI ouviu 1.118 empresas entre os dias 1º e 7 de julho, sendo 442 de pequeno porte, 411 de médio porte e 265 de grande porte.
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