Economia
Como a tecnologia pode ajudar em tarefas diárias
Economia
A rotina de quem trabalha, estuda ou produz conteúdo costuma envolver diferentes atividades, ferramentas e informações. Entre reuniões, pesquisas, anotações e prazos, encontrar maneiras de organizar essas tarefas pode fazer diferença na produtividade. Nesse contexto, recursos de multitarefa e ferramentas de organização podem facilitar o gerenciamento das atividades diárias.
Uma das vantagens de utilizar um tablet na rotina é a possibilidade de acessar diferentes aplicativos e documentos em uma tela ampla. Recursos de multitarefa, como o Múltiplas Janelas do Galaxy Tab S12 Series, permitem dividir a tela em até três seções, facilitando tarefas como acompanhar uma aula enquanto consulta materiais de referência e faz anotações.
Com a S Pen, que acompanha os modelos Galaxy Tab S12 Ultra e Galaxy Tab S12+, também é possível registrar ideias, destacar informações importantes e escrever diretamente na tela, tornando a organização de conteúdos mais intuitiva.
Como aproveitar o tablet para estudar e pesquisar
Para quem estuda, ter diferentes materiais disponíveis em um só dispositivo facilita a consulta de conteúdos e a organização das atividades. Além de acessar livros digitais, documentos e plataformas de ensino, o usuário pode utilizar ferramentas de inteligência artificial para aprofundar pesquisas e compreender assuntos.
No Galaxy Tab S12 Series, recursos como o Gemini Notebook permitem reunir notas, imagens, gravações e arquivos em um mesmo espaço, ajudando a organizar os conteúdos e a transformá-los em resumos e outros materiais de apoio.
Tablet permite transformar ideias em conteúdos e projetos
O tablet também pode funcionar como uma ferramenta de criação. A combinação entre tela ampla, caneta digital e aplicativos de edição permite desenvolver ilustrações, apresentações, vídeos e outros projetos.
No Galaxy Tab S12 Series, a tela de 14,6 polegadas do modelo Ultra e de 12,6 polegadas do S12+ oferece espaço para visualizar e editar conteúdos. Já a integração com ferramentas de criação e recursos do Galaxy AI amplia as possibilidades de transformar referências e ideias em novos projetos.
Tablet oferece experiência de trabalho mais completa
Para quem precisa digitar textos, responder e-mails ou organizar documentos, os acessórios também podem fazer diferença. A Capa Teclado Pro, acessório oficial da Samsung compatível com o Galaxy Tab S12 Ultra e vendido separadamente, transforma a experiência de uso. Ela conta com teclado físico retroiluminado, trackpad, corpo de alumínio e teclas dedicadas ao Samsung DeX e Galaxy AI. O Samsung DeX, por sua vez, oferece uma interface semelhante à de um computador, com janelas redimensionáveis e barra de tarefas.
Como conectar a Capa Teclado Pro no Galaxy Tab S12 Ultra
Conectar a Capa Teclado Pro ao Galaxy Tab S12 Ultra é simples e não exige pareamento por Bluetooth. O acessório utiliza conectores físicos traseiros para se conectar diretamente ao tablet.
Para começar, basta:
- Identificar a versão da Capa Teclado Pro compatível com o modelo do seu tablet.
- Posicionar o Galaxy Tab sobre os conectores da capa, alinhando os contatos traseiros do dispositivo ao acessório.
- Encaixar o tablet na conexão magnética da capa.
- Após o encaixe, o teclado e o trackpad ficam prontos para utilização, sem necessidade de configurar uma conexão Bluetooth.
Samsung na Black Friday 2026
A Samsung dá início às ações promocionais para a Black Friday com vantagens que vão além das ofertas e dos descontos em produtos, como as TVs Mini LED e monitores Odyssey. Com foco em benefícios exclusivos, flexibilidade de pagamento e experiências de compra na Loja Online Samsung e no aplicativo Samsung Shop, a campanha reúne iniciativas como a Live 11.11, a Black Shop e a Cyber Week, além de ativações no aplicativo. As ações buscam ampliar as possibilidades de compra dos consumidores e oferecer diferentes benefícios nos canais oficiais da marca.
Para mais informações, basta visitar Samsung Newsroom Brasil ou Samsung.com/br.
Economia
Balança comercial tem maior superávit para outubro desde 1989
A balança comercial brasileira teve o maior superávit para o mês de outubro em 37 anos, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (6) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).
Impulsionadas pelo petróleo, combustíveis, cereais e soja, as exportações superaram as importações em US$ 9,32 bilhões, diferença 39,4% maior que a registrada em outubro de 2025, quando foi de US$ 6,69 bilhões.
O crescimento das exportações em 20% proporcionou o resultado, o melhor desde o início da série histórica, em 1989 .
Principais números
- Superávit: US$ 9,32 bilhões (+39,4% ante outubro de 2025);
- Exportações: US$ 31,51 bilhões (+20%);
- Importações: US$ 24,82 bilhões (+14,8%);
- Corrente de comércio: US$ 56,33 bilhões (+17,7%).
A corrente de comércio, soma de exportações e importações, alcançou US$ 56,33 bilhões, também o maior valor já registrado para meses de outubro na série histórica.
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Exportações
O aumento das vendas externas foi liderado pela indústria extrativa, seguida pela agropecuária e pela indústria de transformação.
Resultado por setor:
- Indústria extrativa: US$ 11,52 bilhões (+53,5% ante outubro de 2025);
- Indústria de transformação: US$ 18,38 bilhões (+7,7%);
- Agropecuária: US$ 7,63 bilhões (+12,8%).
Produtos em destaque:
- Indústria extrativa: petróleo bruto (+122,6% ante outubro do ano passado), minérios de metais e concentrados (+900,6%);
- Indústria de transformação: combustíveis (+164,5%), farelos de soja (+39,1%);
- Agropecuária: soja (+8,9%); animais vivos, exceto pescados (+212,1%); centeio e aveia (de US$ 2,8 milhões para US$ 338,8 milhões, alta percentual de 12 mil, por diferença de cronograma de embarque).
No caso do petróleo, o crescimento da produção e o aumento de 36,7% nos preços médios, após o agravamento da guerra no Oriente Médio, elevaram as exportações.
Destinos das vendas
As exportações cresceram para a maior parte dos principais mercados do Brasil, incluindo os Estados Unidos, apesar das tensões comerciais entre os dois países.
No entanto, caíram 5,3% para a China, por causa do fim da cota para as vendas de carnes .
Quem comprou do Brasil:
- Europa: US$ 7,76 bilhões (+35,8%);
- América do Norte: US$ 5,66 bilhões (+47,4%);
- América do Sul: US$ 4,58 bilhões (+14,9%);
- Ásia: US$ 15,41 bilhões (+9,3%)
As vendas para os Estados Unidos avançaram 11,4% em outubro, mesmo em meio à aplicação de novas tarifas sobre produtos brasileiros . Isso porque produtos de aviação e itens como carne e suco de laranja foram excluídos do tarifaço após negociações.
Com o resultado de outubro, as exportações para os Estados Unidos passaram a registrar crescimento acumulado de 0,2% no ano.
Para a União Europeia, o crescimento pode ser explicado pelo acordo com o Mercosul, que está impulsionando as vendas, principalmente de alimentos, para o bloco.
Importações
As compras brasileiras no exterior subiram 14,8%, puxadas principalmente por combustíveis, cujos preços subiram 84,2% em outubro na comparação com o mesmo mês de 2025.
Por categoria:
- Bens de capital: US$ 3,7 bilhões (+4%);
- Bens intermediários: US$ 15,2 bilhões (+2,7%);
- Bens de consumo: US$ 5,1 bilhões (+25,9%);
- Combustíveis: US$ 4,5 bilhões (+86,8%, impulsionados pela alta de 84,2% no preço).
No caso dos bens de capital, a diminuição do ritmo de crescimento da economia provocada pelos juros altos está desacelerando os investimentos da indústria, principal compradora de máquinas.
Acumulado de 2026
De janeiro a outubro, a balança comercial registrou superávit de US$ 71,04 bilhões, um crescimento de 34,1% em relação a 2025.
- Exportações: US$ 321,88 bilhões (+11,2%);
- Importações: US$ 250,84 bilhões (+6,1%);
Projeções
Em outubro o Mdic revisou para baixo sua projeção para 2026. A estimativa de superávit da balança comercial passou de US$ 90 bilhões para US$ 84,4 bilhões.
Mesmo com a queda, o resultado seria o segundo melhor para um ano desde o início da série histórica, em 1989. Só perderia para 2023 (US$ 98,8 bilhões).
A previsão de exportações foi reduzida de US$ 394,4 bilhões para US$ 382,5 bilhões. A projeção para as importações passou de US$ 304,4 bilhões para US$ 298,1 bilhões.
A estimativa é mais otimista que a das instituições financeiras. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com o mercado financeiro divulgada pelo Banco Central, os analistas projetam superávit comercial de US$ 79,9 bilhões para este ano.
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