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BRCALL destaca importância da qualidade em cada atendimento

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A crescente demanda por atendimento contínuo tem levado empresas de diferentes setores a investir em estruturas capazes de garantir suporte aos clientes em qualquer horário. Nesse cenário, a BRCALL anunciou a ampliação de sua capacidade operacional para fortalecer a oferta de serviços de atendimento 24 horas, acompanhando o crescimento da procura por operações ininterruptas no mercado brasileiro e internacional.

Com atuação no segmento de contact center há 17 anos, a empresa vem expandindo sua estrutura para atender organizações que necessitam de suporte permanente em áreas como atendimento ao consumidor, suporte técnico, ouvidoria, canais de denúncia, retenção, vendas e atendimento emergencial.

Segundo Greici de Braga, CEO da BRCALL, a disponibilidade contínua deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica para muitas empresas.

“O comportamento do consumidor mudou significativamente nos últimos anos. Hoje existe uma expectativa de atendimento rápido e acessível, independentemente do horário, especialmente em operações digitais e serviços considerados essenciais”, afirma.

A expansão operacional contempla investimentos em tecnologia, monitoramento em tempo real e ampliação das equipes responsáveis pelo atendimento em português, inglês e espanhol. O objetivo é oferecer suporte para empresas que atuam em diferentes regiões e fusos horários.

Geralmente, operações 24 horas exigem uma combinação de processos estruturados, gestão eficiente de pessoas e infraestrutura tecnológica capaz de garantir estabilidade e continuidade dos serviços.

Na BRCALL, o acompanhamento dos indicadores operacionais inclui métricas como nível de serviço, tempo médio de atendimento, resolução no primeiro contato e qualidade das interações. Esses dados são utilizados para monitorar o desempenho das operações e apoiar a tomada de decisões.

Outro aspecto considerado fundamental para operações ininterruptas é a segurança da informação. O aumento do volume de dados processados exige a adoção de protocolos de proteção e conformidade alinhados às exigências regulatórias e às práticas de governança corporativa.

Além do fortalecimento tecnológico, a empresa também destaca a importância da capacitação contínua das equipes. Programas de treinamento, monitorias de qualidade e desenvolvimento de lideranças fazem parte da estratégia para manter a padronização dos atendimentos ao longo dos diferentes turnos de operação.

A ampliação da estrutura ocorre em um momento de crescimento da demanda por terceirização de serviços de atendimento, impulsionada pela necessidade das empresas de manter canais de relacionamento disponíveis durante 24 horas por dia, sete dias por semana.

Com a expansão, a expectativa da empresa é ampliar sua capacidade de atendimento e acompanhar a evolução das necessidades de clientes que operam em mercados cada vez mais conectados e dependentes de respostas rápidas.



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Insuficiência cardíaca atinge 2 milhões de brasileiros

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Considerada a via final de diversas doenças cardiovasculares, a Insuficiência Cardíaca (IC) segue entre as principais causas de internação, re-hospitalização e mortalidade cardiovascular no Brasil. Apesar do nome, a condição não significa que o coração “parou de funcionar”, mas sim que perdeu a eficiência de bombear sangue adequadamente para suprir as necessidades do organismo.

Com impacto crescente sobre pacientes, famílias e o sistema de saúde, a doença afeta aproximadamente 2 milhões de brasileiros e responde por cerca de 240 mil novos casos por ano. Entre 2014 e 2024, foram registradas mais de 2,2 milhões de internações relacionadas à insuficiência cardíaca no país. A região Sudeste concentra o maior volume de casos, com aproximadamente 931 mil hospitalizações no período, seguida pelo Nordeste, com mais de 503 mil.

O cenário reforça a relevância da doença como um importante desafio de saúde pública, especialmente diante do envelhecimento populacional e dos casos de hipertensão arterial, diabetes, obesidade e histórico de infarto.

Além do impacto clínico, essa doença também gera reflexos socioeconômicos significativos. Um levantamento do Centro de Inovação SESI em Saúde Ocupacional estima que a economia brasileira perca cerca de R$ 6 bilhões por ano em decorrência da redução da produtividade da população economicamente ativa acometida pela IC.

Como 9 de julho é o Dia Nacional de Alerta contra a Insuficiência Cardíaca, ampliar a conscientização sobre sinais, sintomas e fatores de risco torna-se fundamental para estimular o diagnóstico precoce através de intervenções médicas e evitar a progressão e piora da doença.

Para esclarecer as principais dúvidas sobre o tema, a cardiologista Dra. Ariane Vieira Scarlatelli Macedo (CRM-SP 106624), médica do ambulatório de miocardiopatias da Santa Casa de São Paulo e consultoria científica do Instituto Lado a Lado pela Vida, comenta os principais mitos e verdades relacionados à insuficiência cardíaca.

Insuficiência cardíaca é uma doença pontual? Mito.

“Trata-se de uma condição crônica e progressiva, mas que pode ser controlada com diagnóstico precoce, acompanhamento médico e tratamento adequado”, explica a cardiologista.

Cansaço excessivo e falta de ar podem ser sinais da doença? Verdade.

Entre os sintomas mais evidentes estão fadiga, falta de ar ao realizar esforços ou ao se deitar, inchaço nas pernas e tornozelos, tosse persistente, entre outros. De acordo com a Dra. Ariane, “muitas pessoas confundem esses sinais com ‘cansaço da idade’, e só procuram ajuda após agravamento dos sintomas, quando a doença já está instalada, levando ao atraso no diagnóstico”.

Só idosos desenvolvem insuficiência cardíaca? Mito.

“Embora seja mais frequente em pessoas acima dos 60 anos, a insuficiência cardíaca também pode acometer adultos mais jovens, especialmente aqueles com hipertensão descontrolada, histórico de infarto, diabetes, obesidade, doenças nas válvulas do coração, genéticas, dentre outras”, informa a cardiologista.

Quem teve infarto tem maior risco de desenvolver insuficiência cardíaca? Verdade.

Sem o tratamento correto, o infarto pode danificar o músculo cardíaco e comprometer a capacidade de bombeamento do coração. “Muitos casos de insuficiência cardíaca surgem como consequência de doenças cardiovasculares mal controladas ao longo do tempo”, alerta a especialista.

A insuficiência cardíaca tem tratamento? Verdade.

Os avanços da cardiologia nos últimos anos trouxeram novas opções terapêuticas que ajudam a controlar sintomas, reduzir hospitalizações e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. “Mudanças no estilo de vida, prática de atividade física orientada, alimentação equilibrada e adesão ao tratamento são fundamentais”, recomenda a médica.

Inchaço nas pernas sempre é problema circulatório? Mito.

O edema pode ter diferentes causas, mas também pode ser um sinal importante de insuficiência cardíaca, principalmente quando associado à falta de ar e cansaço frequente.



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