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Uniformes escolares

Vereadores afirmam que atual secretária não tem responsabilidade pela compra de uniformes questionados

“A responsabilidade pelos uniformes não é da atual gestão da Secretaria de Educação”, afirma Feitoza.

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Política

Os vereadores Wender Madureira e Feitoza afirmaram ter encontrado livros e uniformes escolares armazenados durante uma fiscalização realizada em espaços vinculados à Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande.

Durante entrevista ao PodRevirar MT, os parlamentares relataram que a visita foi motivada por denúncias relacionadas a materiais adquiridos em gestões anteriores. Segundo Madureira, a equipe encontrou livros ainda lacrados e sem utilização.

“Nós fomos lá para fiscalizar porque tinha muitas denúncias. Encontramos muitos livros intactos, ainda guardados nas caixas”, afirmou o vereador.

Os parlamentares também relataram ter encontrado uniformes escolares armazenados em um segundo andar do prédio visitado. De acordo com Madureira, parte do material continha identificação visual da atual gestão municipal.

“Acabamos descobrindo muitos uniformes com o slogan da prefeita. Também havia uniformes de gestões anteriores armazenados no local”, disse.

Durante a entrevista, Feitoza ressaltou que a atual secretária municipal de Educação não participou da aquisição dos uniformes e dos materiais encontrados durante a fiscalização.

“A compra desses uniformes não foi realizada pela atual gestão da secretaria. Ela não tem participação nessa situação porque esse material foi adquirido anteriormente”, afirmou.

Apesar disso, o vereador criticou a forma como os esclarecimentos foram conduzidos durante a fiscalização, alegando que houve informações divergentes sobre a retirada dos slogans e a distribuição dos uniformes para escolas da rede municipal.

Madureira afirmou que, após receber a informação de que parte dos uniformes já havia sido distribuída, realizou visitas às unidades indicadas e não encontrou confirmação da entrega relatada.

“Fui até as escolas que me passaram e, segundo as equipes, não havia conhecimento sobre esses uniformes”, declarou.

Os vereadores afirmaram que continuarão acompanhando o caso e cobrando informações sobre a destinação dos materiais encontrados durante a fiscalização.

A Secretaria Municipal de Educação poderá se manifestar sobre os apontamentos apresentados pelos parlamentares, garantindo o direito ao contraditório e à ampla defesa.

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Política

Faissal quer levar energia solar às casas populares e aliviar o bolso de famílias de baixa renda

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Projeto de lei foi apresentado pelo deputado durante sessão desta quarta-feira (19) na ALMT e prevê instalação de sistemas fotovoltaicos em unidades habitacionais de interesse social.

O deputado estadual Faissal Calil (PL) apresentou, durante a sessão de quarta-feira (19) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), um projeto de lei que propõe incluir a geração de energia solar fotovoltaica entre as diretrizes da Política Estadual de Habitação de Interesse Social.

A proposta altera a Lei nº 8.221, de 26 de novembro de 2004, para estabelecer a instalação de sistemas de geração de energia solar nas unidades habitacionais de interesse social financiadas ou subsidiadas, total ou parcialmente, com recursos do Estado de Mato Grosso.

Segundo Faissal, a iniciativa busca fazer com que a política habitacional vá além da construção e entrega das moradias, proporcionando também economia para as famílias beneficiadas.

“Não basta entregar a casa. Precisamos pensar também no custo para essa família viver nela. Em Mato Grosso, onde temos temperaturas elevadas durante boa parte do ano, a conta de energia pesa muito no orçamento. A energia solar pode transformar o sol abundante do nosso Estado em economia dentro de casa”, destaca o deputado.

A medida tem como pilares benefício social, economia e sustentabilidade. Com a geração própria de energia, as famílias poderão reduzir os gastos com eletricidade e destinar uma parcela maior da renda para outras necessidades, como alimentação, saúde e educação.

O projeto também busca incentivar a utilização de uma fonte limpa e renovável de energia, alinhando a política habitacional estadual às iniciativas de eficiência energética e sustentabilidade.

Para Faissal, o investimento público em habitação deve considerar não apenas a entrega do imóvel, mas também mecanismos que contribuam para melhorar a qualidade de vida dos moradores.

“Estamos falando de uma política pública que pode gerar benefícios por muitos anos. O Estado investe na moradia e, ao mesmo tempo, ajuda a reduzir uma despesa mensal que pesa justamente no orçamento de quem mais precisa. Mato Grosso tem sol de sobra. Precisamos transformar essa riqueza natural em dignidade e economia para a nossa população”, afirmou.

A proposta estabelece que a instalação dos sistemas fotovoltaicos seja direcionada às unidades habitacionais financiadas ou subsidiadas com recursos estaduais, acrescentando essa previsão às diretrizes da Política Estadual de Habitação de Interesse Social.

Energia limpa, conta menor e mais qualidade de vida: essa é a proposta defendida por Faissal para modernizar a política de habitação popular em Mato Grosso.

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