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Polícia Militar lamenta falecimento do ex-comandante-geral Antônio Benedito Campos Filho

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A Polícia Militar de Mato Grosso lamenta o falecimento do ex-comandante-geral, coronel RR Antônio Benedito Campos Filho, de 66 anos, na manhã deste sábado (27.6), em Cuiabá. Campos Filho assumiu o alto escalão da instituição entre os anos de 2007 e 2012. 

O coronel RR Campos Filho ingressou às carreiras militares no ano de 1983 e já desempenhou seu trabalho em diversas unidades, como na Casa Militar, Companhia de Policiamento de Trânsito, Companhia Independente de Operações Especiais e Comando Regional em Cuiabá. 

Além disso, também serviu ao Academia de Polícia Militar Costa Verde (APMCV), Comando Regional em Várzea Grande e Comando Regional em Barra do Garças. 

O comandante-geral da PMMT, coronel Cláudio Fernando Carneiro Tinoco, lamentou a morte de Campos Filho.

“O coronel Campos Filho dedicou grande parte de sua vida ao serviço público e à Polícia Militar, deixando um legado de compromisso, liderança e relevantes contribuições para o fortalecimento da nossa instituição. Neste momento de dor, expresso minha solidariedade aos familiares, amigos e a todos os policiais militares que tiveram a honra de conviver com o coronel, desejando que Deus conforte seus corações e conceda força para superar esta irreparável perda”, declarou o coronel Fernando. 

O velório ocorrerá a partir das 18h, deste sábado, na Capela Santa Rita, sala 01. O sepultamento será realizado neste domingo (28.6), às 9 horas, na Capela do Piçarrão, em Várzea Grande.



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Polícia Civil prende suspeitos de homicídio que moravam perto da vítima

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (13.10), a Operação Vizinho do Inimigo, para o cumprimento de quatro ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis.

A ação é resultado das investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis sobre o homicídio de um homem, de 45 anos, ocorrido no início de setembro deste ano, na residência da vítima, localizada no bairro Parque Universitário.

Conforme apurado pela Polícia Civil, no dia 5 de setembro, dois homens chegaram ao imóvel em uma motocicleta, entraram na residência e surpreenderam a vítima no quarto, efetuando 15 disparos de arma de fogo calibre 9 mm. A dinâmica do crime indicou uma ação planejada, que impossibilitou qualquer reação da vítima.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou dois suspeitos do crime. Um jovem de 23 anos é apontado como o autor dos disparos. Já o segundo investigado, de 26 anos, que morava perto da vítima, teria monitorado a rotina do vizinho e arrombado o cadeado do portão para facilitar a entrada dos executores.

Com base nas provas colhidas, a Polícia Civil solicitou os mandados à Justiça e deflagrou a operação nesta terça-feira (13).

Durante o cumprimento das ordens judiciais, o suspeito de 23 anos foi localizado e preso em uma residência no bairro Parque Universitário. No imóvel, os policiais apreenderam porções de maconha e cocaína, uma balança de precisão e mais de R$ 5 mil em dinheiro.

Diante do material encontrado, o investigado também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, além de ter sido preso temporariamente no âmbito das investigações sobre o homicídio.

Outro mandado de busca e apreensão foi cumprido na residência do segundo investigado, também no bairro Parque Universitário. Ele não foi localizado durante a diligência e continua sendo procurado pelas equipes policiais.

As investigações prosseguem para esclarecer a motivação do crime, identificar o terceiro envolvido na ação, apontado como o piloto da motocicleta, e aprofundar a apuração sobre a possível participação dos suspeitos em uma facção criminosa com atuação no município.

O nome da operação, Vizinho do Inimigo, faz referência ao fato de que os dois investigados identificados residiam nas proximidades da casa da vítima, circunstância que, segundo a investigação, teria facilitado o monitoramento da rotina e a execução do crime.

O inquérito policial deverá ser concluído no prazo legal de 30 dias, com o indiciamento dos investigados pelos crimes apurados, conforme os elementos reunidos durante a investigação.



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