Search
Close this search box.

Polícia

Polícia Militar detém suspeitos por tráfico e apreende 60 porções de drogas Cáceres

Publicado em

Polícia

Policiais militares do 6º Batalhão prenderam um casal e apreenderam uma adolescente, de 16 anos, suspeitos por tráfico ilícito de drogas, em Cáceres. As equipes receberam denúncia de suposta violência doméstica e no local encontraram 60 porções entre maconha e pasta base de cocaína. 

Durante a Operação Território Livre, os policiais foram acionados após denúncia de que uma moradora estaria pedindo socorro. No local, as equipes identificaram um homem monitorado por meio de tornozeleira eletrônica e outras duas mulheres. 

A companheira do suspeito não confirmou ter sido vítima de agressões, no entanto, apresentava lesões aparentes com queimaduras nos braços e relatou dores no pescoço. Durante a abordagem, os militares perceberam forte odor característico de entorpecentes vindo do imóvel.

Neste momento, uma adolescente tentou esconder uma porção de substância análoga à maconha. Em seguida, o suspeito confessou que havia mais entorpecentes na residência.

Nas buscas, foram apreendidos outras diversas porções de maconha e substância análoga à pasta base de cocaína, uma balança de precisão e materiais utilizados para embalar os ilícitos. 

À PM, o homem assumiu a propriedade dos entorpecentes e confessou exercer a função de cobrança para uma facção criminosa no município. Todos os envolvidos foram conduzidos à delegacia para registro da ocorrência. 

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.



COMENTE ABAIXO:

Polícia

Quase metade dos feminicidas em Mato Grosso tinha passagem pela polícia

Publicados

em

Quase metade dos homens que cometeram feminicídio em Mato Grosso entre 2019 e 2026 já tinha histórico de passagens pela polícia antes de matar a companheira ou ex-companheira. O dado consta do novo painel sobre autores de violência de gênero lançado pelo Observatório Caliandra, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso.

Segundo o levantamento, que reúne dados sobre 382 autores e coautores de feminicídio no estado, 48% dos agressores identificados no período já possuíam registros policiais anteriores. Em 67% dos casos, os boletins de ocorrência envolviam relatos de violência doméstica e familiar, como ameaça, lesão corporal, injúria, violência psicológica, descumprimento de medidas protetivas e perseguição.

Para a promotora de Justiça Claire Vogel Dutra, a presença de registros anteriores é um sinalizador claro de que o comportamento agressivo costuma anteceder a escalada fatal da violência.

A violência anterior contra mulheres é um elemento recorrente na trajetória de parte dos autores, afirma a promotora. O dado mostra, segundo ela, que o enfrentamento ao feminicídio não pode se concentrar apenas na proteção da vítima. A existência de registros anteriores, sobretudo relacionados à violência doméstica e familiar, revela a necessidade de aprimoramento dos mecanismos de prevenção e de atuação integrada da rede de proteção e do sistema de Justiça.

De acordo com o Ministério Público, dos 183 autores que possuíam ficha na polícia antes do crime, 143 contavam com até três registros criminais prévios. Além dos crimes no âmbito doméstico, o levantamento identificou antecedência de registros por homicídios, crimes sexuais e infrações contra o patrimônio.

O estudo aponta ainda que a maior parte dos crimes foi cometida por pessoas próximas das vítimas. Do total de autores catalogados, 289 mantinham vínculo conjugal ou afetivo com as mulheres, sendo companheiros, namorados ou ex-parceiros. Outros 16 eram conhecidos com os quais as vítimas mantinham contatos casuais de natureza sexual.

A faixa etária com maior concentração de agressores é a de 30 a 34 anos, respondendo por 14,69% dos casos registrados no painel.

O levantamento do Observatório Caliandra aponta um índice de elucidação de 98% para as autorias dos 377 casos de feminicídio contabilizados na série histórica desde 2019. Ao todo, 364 autores diretos e 18 coautores foram identificados e denunciados à Justiça. Sete casos seguem com autoria desconhecida.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA