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ELEIÇÕES 2026

Gisela Simona promete foco em água, saúde e políticas sociais para Várzea Grande

Publicado em

Mato Grosso

A candidata a vice-governadora de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), afirmou que a solução para o problema do abastecimento de água em Várzea Grande será uma das prioridades da chapa encabeçada por Otaviano Pivetta (Republicanos) nas eleições de 2026. Segundo ela, medidas já estão sendo adotadas para ampliar o acesso à água e destravar pontos que ainda enfrentam dificuldades no fornecimento.

 

Gisela afirmou que conversou recentemente com José Carlos, do Departamento de Água e Esgoto (DAE), e que uma nova unidade teria sido liberada para ampliar o abastecimento. Para a candidata, o projeto “Aliança da Água” representa atualmente a principal iniciativa voltada para Várzea Grande.

 

Moradora de Várzea Grande, Gisela destacou que conhece de perto as dificuldades enfrentadas pela população. “Eu que atualmente sou moradora de Várzea Grande sei na pele o que é ficar sem água”, afirmou. Ela defendeu que avanços sejam alcançados nos próximos 180 dias, até o fim deste ano, como forma de apresentar resultados concretos à população.

 

Além do abastecimento, a candidata citou a necessidade de uma reformulação urbana em Cuiabá e Várzea Grande. De acordo com Gisela, a proposta de Pivetta prevê atenção especial à questão habitacional, diante do número de famílias que ainda não possuem casa própria.

 

Na área da saúde, Gisela afirmou que a intenção é ampliar os resultados dos investimentos estruturais realizados nos últimos anos. Ela citou a construção de hospitais e defendeu a redução do tempo de espera por exames, atendimento em unidades de terapia intensiva (UTIs) e outros procedimentos.

 

“A gente precisa sim que cada um consiga seus exames, consiga a UTI, não fique tanto tempo na fila. Já diminuiu bastante, mas a gente quer que isso diminua ainda mais”, declarou.

 

A candidata também apresentou como prioridades políticas públicas voltadas às mulheres e aos idosos. Entre as propostas estão ações de combate à violência contra a mulher e a ampliação das políticas públicas destinadas à população idosa, que, segundo ela, ainda recebe poucos investimentos do poder público.

 

Gisela explicou ainda que a mudança de uma candidatura à Câmara Federal para a disputa como vice-governadora altera a forma de atuação política. Se antes o foco estava na elaboração e aprovação de projetos de lei, agora, segundo ela, a atenção está voltada à execução de políticas públicas pelo governo estadual.

 

“Agora a gente fecha a atenção total em Mato Grosso naquilo que é bom para o nosso Estado e aquilo que o Executivo pode fazer”, afirmou.

 

Ela ressaltou que a gestão do orçamento será fundamental para transformar as propostas em ações concretas. “Sem dinheiro a gente não exerce política pública”, disse, defendendo planejamento financeiro para garantir a execução das prioridades apresentadas pela chapa.

 

Ao falar sobre sua trajetória, Gisela se apresentou como cuiabana, atualmente moradora de Várzea Grande e servidora pública. Ela destacou a origem familiar ligada ao município, com a mãe da região da Guarita e o pai do Porto, e lembrou sua atuação no Procon, período em que ficou conhecida como “Gisela do Procon”.

 

Gisela também citou os 33 meses em que exerceu o mandato de deputada federal e destacou projetos relacionados à proteção das mulheres, entre eles o chamado pacote antifeminicídio, que elevou para até 40 anos a pena para o crime de feminicídio, além da atuação pela liberação do spray de pimenta para defesa pessoal das mulheres.

 

“Alguém que tem um legado, sim, que tem uma trajetória em Mato Grosso”, afirmou a candidata ao apresentar sua experiência e defender que a população conheça sua atuação antes da eleição.

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Mato Grosso

Motoristas de ônibus fazem paralisação na zona sul de São Paulo

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Motoristas de ônibus da capital paulista iniciaram uma paralisação na manhã desta segunda-feira (19), na zona sul da cidade, atingindo as linhas do Lote D10.

Esses trabalhadores atuavam na antiga Transwolff. No entanto, desde a decretação da caducidade do contrato com a empresa em dezembro de 2025, a SPTrans administra e opera as linhas dos lotes D10 e D11.

Os motoristas alegam a ocorrência de problemas trabalhistas e pedem a regularização dos recolhimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Além disso, reivindicam melhoria nos benefícios.

Por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e da SPTrans, a prefeitura de São Paulo informou que a paralisação afeta 267 mil passageiros do lote D10 e que o lote D11 está operando normalmente .

A prefeitura alega que a paralisação é ilegal e que todos os direitos trabalhistas dos empregados estão sendo cumpridos e que pagamentos de salários e benefícios estão sendo feitos em dia. “Os depósitos referentes ao INSS e FGTS estão sendo feitos integralmente pela SPTrans, em juízo, aguardando deliberação do Judiciário”, informou a prefeitura, em nota.

Segundo o município, o plano de saúde está em processo licitatório para contratar fornecedor, enquanto isso, os funcionários estão recebendo o valor de compensação previsto em acordo coletivo.

“Todos os envolvidos que deixaram de trabalhar durante o ato terão o dia descontado de seus pagamentos”, afirmou a prefeitura.



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