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Economia

Food service em alta põe gestão industrial em foco

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As vendas de bares e restaurantes cresceram 9,9% no terceiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025, segundo o Índice Abrasel-Stone, divulgado em 28 de outubro. A alta nas vendas veio acompanhada de um sinal de atenção: em setembro, houve recuo de 0,3% frente a agosto. O indicador acompanha transações financeiras capturadas pela Stone em 24 estados.

Para a indústria de alimentos, esse mercado tem peso expressivo. Em levantamento publicado em setembro, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) informou que o food service, canal de alimentação fora do lar, respondeu por R$ 287,9 bilhões e 28,3% das vendas da indústria no mercado interno em 2025. A entidade destaca que a profissionalização do segmento exige eficiência, uso de dados e integração entre os participantes da cadeia.

Na Long Way Alimentos, fabricante paulista de rolinho primavera, nikuman e guioza, o crescimento motivou a busca por uma gestão integrada. A fornecedora de mercados, restaurantes e distribuidores também planejava outra unidade, segundo estudo de caso publicado pela Nomus.

Crescer sem multiplicar planilhas

Antes da mudança, a Long Way utilizava planilhas e relatórios impressos, além de um sistema para emitir notas fiscais. Com mais clientes, tornou-se difícil localizar erros, acompanhar gargalos e conciliar dados de estoque e faturamento.

A adoção do Nomus ERP Industrial centralizou registros administrativos e produtivos. Segundo o relato, a empresa reduziu erros associados às planilhas, ganhou controle sobre estoque e faturamento e passou a localizar falhas com mais facilidade.

Nesse tipo de aplicação, o ERP industrial conecta pedidos, materiais, produção e documentos administrativos. Recursos como controle de estoque, apontamentos de fabricação e importação de notas fiscais permitem registrar diferentes etapas da operação, em vez de manter cada setor dependente de arquivos separados.

Quantidade, tempo e materiais entram no controle

No chão de fábrica, a Long Way passou a realizar apontamentos de produção para registrar quantidades, tempos e materiais requisitados. Esses registros ajudam a localizar etapas sem apontamento ou com inconsistências. A experiência foi apresentada por Luana Gonçalves, responsável pelas operações da empresa, e detalhada no Blog Industrial da Nomus.

Na área administrativa, a entrada de notas fiscais deixou de depender integralmente da digitação, com a importação dos arquivos XML. A empresa relata ganho de tempo nessa rotina. Os painéis de indicadores também passaram a utilizar informações registradas na operação, facilitando o acompanhamento sem reunir números de diferentes controles a cada análise.

A qualidade desses registros é central para o planejamento. Em vídeo sobre erros no planejamento e controle da produção (PCP), Thiago Leão, da Nomus, observa: “Quando os dados estão inconsistentes, o PCP fica cego”. Na mesma explicação, ele destaca a necessidade de alinhar as informações entre comercial, compras, engenharia e produção.

Preparação para uma operação maior

A implantação ocorreu remotamente, com aulas, vídeos, materiais de apoio e acompanhamento de especialistas. A facilidade de uso e a possibilidade de capacitar a própria equipe estiveram entre os critérios da escolha.

O movimento dialoga com o diagnóstico da ABIA: o crescimento da alimentação fora do lar ocorre em um ambiente de pressão de custos, escassez de mão de obra e consumidores mais exigentes. Nesse cenário, a associação aponta a eficiência operacional e a integração da cadeia como fatores de competitividade.

A experiência da Long Way oferece um parâmetro para fabricantes que planejam ampliar clientes ou unidades: verificar se os controles conseguem acompanhar o que foi vendido, o que está sendo produzido e quais materiais foram utilizados. No caso relatado, a preparação para crescer passou por reduzir tarefas manuais e tornar os processos mais visíveis, antes de replicar a operação em uma nova estrutura.



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Preços da água na América Latina e no Caribe aumentaram 6,1%, superando a média global, segundo a Pesquisa Global de Tarifas de Água de 2026 da Global Water Intelligence

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OXFORD, Reino Unido, Nov. 06, 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — Os preços da água na América Latina e no Caribe aumentaram em média 6,1% este ano, superando a média global de 5,6%, de acordo com a Pesquisa Global de Tarifas de Água de 2026 da Global Water Intelligence (GWI).

A pesquisa abrange 1.069 cidades em 189 países, incluindo 60 novas cidades na América Latina e no Caribe, todas com preços calculados da mesma forma.

O que está por trás do aumento de 6,1% nos preços da água na América Latina e no Caribe?

  • No México, os municípios que alteraram suas faixas de consumo provocaram mudanças significativas na Cidade do México (+48,6%) e em Acapulco (−6,1%).
  • Córdoba (Argentina) continua entre as dez maiores altas do mundo, mas seu aumento foi menos expressivo do que nos anos anteriores.
  • O aumento de 44,7% em Córdoba é de apenas 10,7% ajustado pela inflação. Parte do aumento acima da média da região reflete a inflação, e não ganhos reais das concessionárias.

O que os aumentos de preços da região significam para o setor de água?

  • A definição das faixas determina a receita: a alteração dos limites de consumo pode aumentar ou reduzir a receita das concessionárias, por isso, a forma como os preços são estruturados é tão importante quanto o seu valor.
  • Cidade do México, Córdoba e Jacobina estão entre as dez cidades com os maiores aumentos do mundo. No entanto, a maioria das cidades da região teve um aumento menor do que a média global, e os preços permanecem bem abaixo dela, limitando a receita destinada a investimentos.
  • O preço do esgoto é inferior ao da água na região, apesar de as operações dos sistemas de esgoto serem mais caras.

“Os maiores aumentos deste ano ocorreram na América Central e do Sul e, pela primeira vez, não foram causados pela hiperinflação da Argentina: mais de um terço das cidades pesquisadas no ano passado implementaram aumentos que superaram o aumento médio global de 5,6%”, afirmou Emilie Filou, Diretora de Conteúdo da Global Water Intelligence.

A pesquisa completa, com preços, classificações e variações anuais de todas as cidades da América Latina e do Caribe, está disponível para os membros executivos da GWI: https://www.globalwaterintel.com/documents/the-global-water-tariff-survey-2026

Os jornalistas podem solicitar dados de cidades ou países pelo email: tallulah.lutkin@globalwaterintel.com.

Sobre a Global Water Intelligence

A Global Water Intelligence é a principal empresa de inteligência de mercado e eventos da indústria internacional da água. Há mais de 25 anos, nossos jornalistas, analistas e eventos ajudam os clientes a tomar decisões mais estratégicas nas áreas de água municipal e industrial, tecnologia, finanças e engenharia.

CONTATO: Tallulah Lutkin
CARGO: Editora de Serviços Públicos
EMPRESA: Global Water Intelligence
TELEFONE: 01865 204208
EMAIL: sales@globalwaterintel.com
WEB: https://www.globalwaterintel.com

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