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Gisa Barros critica proposta da Prefeitura para aumentar ISSQN em VG — Câmara Municipal

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Vereadora afirmou que aumento da alíquota atingiria serviços essenciais e acabaria pesando no bolso da população.

A vereadora Gisa Barros criticou o projeto encaminhado pela Prefeitura de Várzea Grande que pretendia revogar incentivos fiscais previstos no Código Tributário Municipal e elevar a cobrança do ISSQN para alguns setores da economia.

Segundo a parlamentar, a proposta do Executivo retirava benefícios que atualmente permitem a cobrança de alíquotas entre 2% e 3%, aumentando o imposto para até 5% em áreas consideradas essenciais, como saúde, educação, assistência médica, obras e transporte público.

Durante entrevista, Gisa afirmou que o impacto da medida não ficaria apenas para empresários e prestadores de serviço, mas chegaria diretamente à população através do aumento de preços.

“Quem pagaria essa conta seria o povo. O empresário acaba repassando esse aumento para a população”, declarou.

A vereadora citou como exemplo o transporte coletivo, destacando que o aumento da carga tributária poderia refletir diretamente no valor da passagem de ônibus em Várzea Grande. Ela também mencionou o custo de consultas médicas e atendimentos especializados.

“Hoje uma consulta especializada já custa caro. Com aumento do ISSQN, isso poderia subir ainda mais”, afirmou.

Gisa Barros também justificou o posicionamento contrário da Câmara Municipal ao projeto enviado pela gestão da prefeita Flávia Moretti. Segundo ela, o município vive dificuldades em áreas básicas e não seria o momento adequado para discutir aumento de impostos.

“A população enfrenta problemas na saúde, nas ruas e até falta de medicamentos básicos. A Câmara não poderia aceitar mais peso para o contribuinte”, disse.

Ao comentar sobre a intenção da proposta apresentada pelo Executivo, a parlamentar foi direta ao afirmar que o objetivo era ampliar a arrecadação municipal.

“A intenção era arrecadar mais cobrando mais do contribuinte”, concluiu.

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Crise na Distribuição: Lojistas de Mato Grosso Relatam Anos de Prejuízos com Falhas Logísticas de Bebidas

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Crise na Distribuição: Lojistas de Mato Grosso Relatam Anos de Prejuízos com Falhas Logísticas de Bebidas
Pequenos e médios comerciantes que dependem da distribuição de grandes marcas de bebidas enfrentam rotina de transtornos e prejuízos logísticos. Relatos do setor apontam falhas recorrentes nas entregas, pedidos incompletos e trocas de mercadorias não solicitadas.
Principais Problemas Relatados pelo Setor
Pedidos Incompletos: Caixas de cerveja em garrafas retornáveis chegam frequentemente faltando unidades.
Substituição Indevida: Troca incorreta entre embalagens de vidro (retornáveis) e versões em lata sem aviso prévio.
Rigidez na Logística Reversa: Lentidão para corrigir erros de entrega, ocorrendo apenas por conveniência da distribuidora e ignorando a urgência do estoque do cliente.

São anos lidando com o mesmo problema de insatisfação na entrega e reposição. O comerciante pontual cumpre com seus compromissos, mas sofre com a falta de agilidade e o descaso na ponta final.”

Cobrança por Melhorias
Diante do acúmulo de insatisfação ao longo dos anos, empresários cobram das grandes marcas e distribuidoras melhorias urgentes nos processos de distribuição e no atendimento aos pontos de venda no estado de Mato Grosso.

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