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NetSuite avança em sua visão de uma suíte autônoma

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A Oracle NetSuite, o ERP em nuvem com IA nº 1, anunciou hoje novos recursos de inteligência artificial que ajudam as organizações a aplicar conhecimento especializado de negócios, automatizar mais tarefas e melhorar o desempenho empresarial. As inovações abrangem novos recursos do NetSuite Next, incluindo AI Workspaces, portlets de IA, SuiteSkills, agentes específicos por setor e SuiteAgent Studio, além de atualizações do Ask Oracle que ampliam as fontes de dados e o contexto do negócio. Juntos, esses recursos impulsionam a visão da NetSuite de uma suíte autônoma capaz de coordenar e executar atividades em diferentes processos de negócio, ajudando as organizações a colocar conhecimento especializado em prática, melhorar a eficiência operacional e acelerar o crescimento.

“As empresas querem uma IA que compreenda como elas operam e as ajude a realizar suas atividades”, afirma Evan Goldberg, fundador e vice-presidente executivo da Oracle NetSuite. “Nossa visão é uma suíte que compreenda os objetivos do negócio, antecipe o que precisa de atenção e tome medidas para alcançar resultados. Ela coordenará o trabalho entre pessoas e agentes, aprenderá com os resultados e melhorará continuamente o desempenho. Com nossos recursos mais recentes de IA, os clientes podem automatizar mais tarefas, resolver problemas com mais rapidez e manter o controle sobre como a IA opera. Eles podem escolher a IA incorporada à NetSuite ou seu serviço de IA preferido.”

As novas inovações do NetSuite Next, que ajudam as organizações a realizar mais atividades com os recursos existentes, automatizar processos recorrentes com competências e agentes de IA e avançar na visão de uma suíte autônoma, incluem:

SuiteSkills: ajudam as organizações a aplicar o conhecimento especializado de negócios da NetSuite, investigar problemas e agir com mais rapidez. Disponíveis no Ask Oracle e por meio de grandes modelos de linguagem (LLMs) compatíveis, via NetSuite AI Connector Service, as mais de 45 novas SuiteSkills combinam informações financeiras e operacionais conectadas, conhecimento de processos e experiência setorial com o raciocínio da IA. Por exemplo, as equipes podem resolver problemas que atrasam o fechamento financeiro, identificar possíveis perdas de receita e tratar exceções de estoque e atendimento de pedidos, com acessos e ações regidos pelos papéis e permissões estabelecidos na NetSuite.

AI Portlets: ajudam as organizações a acelerar análises, ampliar a visibilidade e tomar decisões mais informadas, gerando análises em painéis, gráficos e ações disponíveis a partir de solicitações em linguagem natural. Por exemplo, um líder financeiro pode criar rapidamente um portlet que compare as vendas realizadas com as projeções de uma proposta de marketing.

AI Workspaces: ajudam as equipes a concluir processos de negócio complexos com mais rapidez, coordenando pessoas, agentes de IA, informações e aprovações em um único lugar. Por exemplo, o ambiente de trabalho Autonomous Close ajudará as empresas a avançar rumo a um fechamento contábil no mesmo dia, permitindo que pessoas e agentes identifiquem e resolvam questões contábeis continuamente, em vez de esperar até o fim do período contábil.

SuiteAgents específicos por setor: ajudam as organizações a enfrentar desafios setoriais, reduzir riscos financeiros e melhorar o desempenho operacional com agentes de IA desenvolvidos para seu setor. Com suporte a empresas de software, produtos, saúde e construção, além de organizações sem fins lucrativos, os novos SuiteAgents ajudam as equipes a fortalecer a conformidade relacionada a receitas e subvenções, melhorar a eficiência dos estoques, gerenciar riscos de abastecimento e proteger a rentabilidade das obras.

SuiteFlow: ajuda administradores e usuários avançados a simplificar a criação de fluxos de trabalho e reduzir a configuração manual por meio de solicitações em linguagem natural no Ask Oracle. Os usuários podem criar fluxos que exijam números de pedidos de compra, tornem campos somente leitura ou exibam mensagens com base em condições do negócio, revisando e confirmando as configurações propostas antes da criação.

SuiteAgent Studio: ajuda os usuários a criar agentes com facilidade e aprimorar suas instruções, ferramentas, gatilhos e papéis de execução antes da ativação. Os agentes criados pelos usuários ajudam as organizações a acelerar atividades recorrentes e ampliar a capacidade das equipes. Eles são executados em horários programados ou em resposta a eventos de negócio, respeitando as permissões e os requisitos de aprovação configurados.

SuiteAgent Management Workspace: ajuda as organizações a manter o controle sobre as atividades delegadas e reforçar a responsabilização, gerenciando de forma centralizada o acesso dos agentes e suas permissões de execução, monitorando atividades e ativando ou desativando agentes. Os alertas no ambiente de trabalho destacam problemas de execução, enquanto as notas do sistema permitem rastrear alterações nos registros.

Os novos recursos do Ask Oracle que ampliam o contexto do negócio e as fontes de dados incluem:

Ask Oracle Connectors: ajudam as organizações a resolver questões de negócio com mais rapidez, conectando informações e ações entre a NetSuite, outros aplicativos empresariais e a internet. Com os novos recursos de cliente do Model Context Protocol (MCP) no Ask Oracle, os usuários poderão pesquisar na internet e comparar informações entre sistemas empresariais compatíveis, consultar registros e documentos de apoio e solicitar ações subsequentes autorizadas nos aplicativos conectados, como encaminhar uma aprovação, atualizar um pedido ou suspender um pagamento.

NetSuite Data Intelligence: ajuda as organizações a identificar oportunidades, compreender o desempenho do negócio e tomar decisões melhores com seus dados financeiros e operacionais. Anteriormente conhecido como NetSuite Analytics Warehouse, o NetSuite Data Intelligence amplia a análise conversacional por meio do NetSuite Data Intelligence Agent no Ask Oracle e oferece insights e recomendações específicos.



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Economia

VR e VA podem ser aceitos em mais maquininhas a partir deste sábado

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Os cartões de vale-refeição (VR) e vale-alimentação (VA) terão mudanças a partir deste sábado (7).

A principal delas é a implementação da interoperabilidade, que prevê a aceitação de cartões de diferentes operadoras em qualquer maquininha habilitada para processar esse tipo de pagamento, desde que o estabelecimento também aceite o cartão utilizado .

A transição começou em maio e vai até novembro , quando a assinatura do decreto que atualizou o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) completa um ano.

Na prática, a medida pretende ampliar as opções de uso dos benefícios em restaurantes, supermercados e outros estabelecimentos que trabalham com alimentação.

Cartões de empresas como Alelo, Ticket, VR Benefícios, Pluxee, Flash e Swile estão entre os abrangidos pelas mudanças , conforme o enquadramento no PAT.

As novas regras também estabelecem limites para as taxas cobradas dos estabelecimentos comerciais e reduzem o prazo para o repasse dos valores das vendas. O objetivo do governo é estimular a concorrência no setor e facilitar a aceitação dos benefícios pelo comércio.

Apesar da previsão de implementação em novembro, a interoperabilidade enfrenta desafios operacionais. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) afirma que os sistemas das empresas ainda não estão totalmente integrados e aponta dificuldades para o funcionamento da medida no prazo previsto.

Além disso, parte das regras é alvo de questionamentos judiciais por operadoras do setor.

O que muda?

A partir de 7 de novembro, está prevista a entrada em vigor integral da interoperabilidade entre os cartões de vale-refeição e vale-alimentação .

Isso significa que cartões de diferentes operadoras deverão funcionar em qualquer maquininha habilitada para receber esse tipo de pagamento, sem depender de contratos ou equipamentos específicos para cada bandeira.

A mudança não obriga todos os estabelecimentos a aceitar os benefícios . A regra vale para os comércios habilitados a processar essas transações.

Onde usar?

A proposta é ampliar a rede de aceitação dos cartões. Assim, o trabalhador poderá utilizar o benefício em diferentes estabelecimentos que aceitem a modalidade correspondente, independentemente da operadora responsável pelo cartão.

A aceitação dependerá da habilitação do estabelecimento e do funcionamento da integração entre os sistemas de pagamento.

O valor aumenta?

Não. As novas regras não determinam aumento nem redução automática do valor do vale-refeição ou do vale-alimentação pago pelas empresas aos funcionários.

Os recursos continuam destinados exclusivamente à alimentação. O vale-refeição é utilizado para a compra de refeições prontas, enquanto o vale-alimentação é voltado à aquisição de alimentos.

A principal mudança para o trabalhador é a ampliação das possibilidades de utilização do benefício.

Quais regras já valem?

Além da interoperabilidade, a regulamentação do PAT estabeleceu limites para as taxas cobradas dos estabelecimentos e reduziu o prazo de repasse dos valores das vendas.

As principais medidas são:

  • Taxa máxima de 3,6% para a cobrança das operadoras sobre as transações com benefícios vinculados ao PAT;
  • Tarifa de intercâmbio de até 2%: teto para a cobrança relacionada às operações entre participantes do sistema;
  • Repasse em até 15 dias corridos: prazo máximo para que os estabelecimentos recebam os valores das vendas.

Antes da mudança, comerciantes reclamavam de taxas elevadas e de prazos de recebimento que podiam ultrapassar 30 dias.

Todos os benefícios entram?

Não necessariamente. As regras descritas se aplicam aos benefícios vinculados ao PAT, criado em 1976.

Há uma diferença entre os benefícios concedidos no âmbito do PAT e o auxílio-alimentação previsto na legislação trabalhista. Segundo a Abrasel, essa distinção tem provocado dificuldades na identificação das transações e na conciliação financeira dos estabelecimentos.

A entidade afirma que parte das empresas teria migrado operações para o auxílio-alimentação após a regulamentação, modalidade que não está sujeita aos mesmos limites de taxas e prazos previstos para o PAT.

A mudança está garantida?

A implementação está prevista para novembro, mas enfrenta obstáculos operacionais. A Abrasel afirma que as empresas responsáveis pelos cartões e as credenciadoras ainda precisam integrar seus sistemas para permitir o funcionamento pleno da interoperabilidade.

Segundo a associação, um dos problemas envolve o canal específico utilizado para processar transações com vales, que ainda não estaria funcionando plenamente.

A entidade também afirma que a falta de integração pode dificultar a identificação das modalidades de benefício utilizadas pelos consumidores e o controle financeiro dos estabelecimentos.

Quais são as punições?

O descumprimento das regras aplicáveis ao PAT pode resultar em sanções administrativas e financeiras.

Entre as penalidades previstas estão:

  • Multas;
  • Autuações;
  • Descredenciamento do programa;
  • Cobrança de benefícios fiscais anteriormente utilizados, quando cabível.

As consequências dependem da infração identificada e podem atingir operadoras, empresas participantes do programa e estabelecimentos comerciais.

O que dizem as operadoras?

Empresas do setor questionam na Justiça pontos do decreto que regulamentou as mudanças no PAT. Entre os argumentos apresentados está a contestação dos limites tarifários e da imposição de alterações estruturais por meio de decreto.

Algumas operadoras conseguiram decisões provisórias que suspenderam parte das exigências, mas as liminares foram posteriormente derrubadas, conforme as informações reunidas no material de referência.

A Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT) também manifestou preocupação com o modelo de arranjo aberto. A entidade argumenta que a ampliação da aceitação dos cartões pode dificultar o controle e a fiscalização dos estabelecimentos credenciados.

O que falta?

A implementação da interoperabilidade depende da integração dos sistemas das operadoras de benefícios e das empresas responsáveis pelas maquininhas.

Embora a regra esteja prevista para entrar em vigor integralmente em novembro, a avaliação da Abrasel é que ainda existem dificuldades técnicas para garantir o funcionamento em toda a rede. Para os trabalhadores, a expectativa é de ampliação das opções de uso dos cartões, mas a efetiva disponibilidade dependerá da conclusão dessa integração.



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