Economia
Grupo Skill está novamente entre as melhores em tecnologia
Economia
O Grupo Skill foi reconhecido mais uma vez pelo Great Place to Work (GPTW) como uma das melhores empresas de tecnologia para trabalhar no Brasil, alcançando a 76° posição no ranking nacional. A conquista reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento de um ambiente de trabalho baseado em confiança, respeito, colaboração e valorização das pessoas.
O rankeamento representa um privilégio importante, especialmente diante do número de organizações que buscam esse reconhecimento. Embora muitas empresas conquistem o selo GPTW, integrar o ranking das melhores para trabalhar em tecnologia é uma distinção reservada a um grupo seleto, tornando essa conquista ainda mais significativa. Segundo um estudo do GPTW, em 2025, o Grupo Skill passou a fazer parte da lista na 79ª posição, entre 140 empresas de tecnologia premiadas e aproximadamente 791 inscritas.
O reconhecimento reflete a importância da cultura organizacional na construção de ambientes de trabalho positivos e sustentáveis. Para o Grupo Skill, investir nas pessoas faz parte de uma estratégia que busca aliar desenvolvimento profissional, inovação e evolução contínua, fortalecendo a cultura interna e a atuação da empresa no mercado de tecnologia.
Cultura organizacional pode refletir na experiência dos clientes
A qualidade do ambiente de trabalho também pode se refletir na relação entre empresas e clientes. Segundo dados divulgados pelo Great Place to Work, 87% dos colaboradores de empresas certificadas afirmam oferecer um excelente atendimento ao cliente. O indicador destaca a conexão entre a experiência dos profissionais e a qualidade do serviço prestado, reforçando a relevância de investir em culturas organizacionais que valorizem as pessoas.
Nesse contexto, o reconhecimento do Grupo Skill pelo GPTW representa não apenas uma conquista interna, mas também um incentivo para continuar aprimorando práticas, fortalecendo relações de confiança e buscando oferecer experiências cada vez melhores aos clientes e parceiros.
Grupo Skill reforça compromisso com a evolução contínua
Para a CEO do Grupo Skill, Viviam Posterli, o reconhecimento representa motivo de orgulho e, ao mesmo tempo, reforça a responsabilidade da empresa de continuar evoluindo. “Receber esse reconhecimento mais uma vez é motivo de muito orgulho para o Grupo Skill. Ele reforça a importância do trabalho que desenvolvemos para construir um ambiente em que as pessoas possam crescer, contribuir e alcançar seu potencial. Valorizamos cada profissional que faz parte dessa trajetória e entendemos que uma cultura forte é construída diariamente, por meio de nossas atitudes e decisões. Seguiremos trabalhando para aprimorar nossas práticas, ouvir nossos colaboradores e tornar a Skill um lugar cada vez melhor para trabalhar”, afirma Viviam.
Ao conquistar novamente espaço entre as melhores empresas de tecnologia para trabalhar no Brasil, o Grupo Skill reafirma seu compromisso com uma atuação que combina conhecimento, inovação e valorização humana, buscando impulsionar os resultados entre seus colaboradores, clientes e parceiros.
Economia
VR e VA podem ser aceitos em mais maquininhas a partir deste sábado
Os cartões de vale-refeição (VR) e vale-alimentação (VA) terão mudanças a partir deste sábado (7).
A principal delas é a implementação da interoperabilidade, que prevê a aceitação de cartões de diferentes operadoras em qualquer maquininha habilitada para processar esse tipo de pagamento, desde que o estabelecimento também aceite o cartão utilizado .
A transição começou em maio e vai até novembro , quando a assinatura do decreto que atualizou o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) completa um ano.
Na prática, a medida pretende ampliar as opções de uso dos benefícios em restaurantes, supermercados e outros estabelecimentos que trabalham com alimentação.
Cartões de empresas como Alelo, Ticket, VR Benefícios, Pluxee, Flash e Swile estão entre os abrangidos pelas mudanças , conforme o enquadramento no PAT.
As novas regras também estabelecem limites para as taxas cobradas dos estabelecimentos comerciais e reduzem o prazo para o repasse dos valores das vendas. O objetivo do governo é estimular a concorrência no setor e facilitar a aceitação dos benefícios pelo comércio.
Apesar da previsão de implementação em novembro, a interoperabilidade enfrenta desafios operacionais. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) afirma que os sistemas das empresas ainda não estão totalmente integrados e aponta dificuldades para o funcionamento da medida no prazo previsto.
Além disso, parte das regras é alvo de questionamentos judiciais por operadoras do setor.
O que muda?
A partir de 7 de novembro, está prevista a entrada em vigor integral da interoperabilidade entre os cartões de vale-refeição e vale-alimentação .
Isso significa que cartões de diferentes operadoras deverão funcionar em qualquer maquininha habilitada para receber esse tipo de pagamento, sem depender de contratos ou equipamentos específicos para cada bandeira.
A mudança não obriga todos os estabelecimentos a aceitar os benefícios . A regra vale para os comércios habilitados a processar essas transações.
Onde usar?
A proposta é ampliar a rede de aceitação dos cartões. Assim, o trabalhador poderá utilizar o benefício em diferentes estabelecimentos que aceitem a modalidade correspondente, independentemente da operadora responsável pelo cartão.
A aceitação dependerá da habilitação do estabelecimento e do funcionamento da integração entre os sistemas de pagamento.
O valor aumenta?
Não. As novas regras não determinam aumento nem redução automática do valor do vale-refeição ou do vale-alimentação pago pelas empresas aos funcionários.
Os recursos continuam destinados exclusivamente à alimentação. O vale-refeição é utilizado para a compra de refeições prontas, enquanto o vale-alimentação é voltado à aquisição de alimentos.
A principal mudança para o trabalhador é a ampliação das possibilidades de utilização do benefício.
Quais regras já valem?
Além da interoperabilidade, a regulamentação do PAT estabeleceu limites para as taxas cobradas dos estabelecimentos e reduziu o prazo de repasse dos valores das vendas.
As principais medidas são:
- Taxa máxima de 3,6% para a cobrança das operadoras sobre as transações com benefícios vinculados ao PAT;
- Tarifa de intercâmbio de até 2%: teto para a cobrança relacionada às operações entre participantes do sistema;
- Repasse em até 15 dias corridos: prazo máximo para que os estabelecimentos recebam os valores das vendas.
Antes da mudança, comerciantes reclamavam de taxas elevadas e de prazos de recebimento que podiam ultrapassar 30 dias.
Todos os benefícios entram?
Não necessariamente. As regras descritas se aplicam aos benefícios vinculados ao PAT, criado em 1976.
Há uma diferença entre os benefícios concedidos no âmbito do PAT e o auxílio-alimentação previsto na legislação trabalhista. Segundo a Abrasel, essa distinção tem provocado dificuldades na identificação das transações e na conciliação financeira dos estabelecimentos.
A entidade afirma que parte das empresas teria migrado operações para o auxílio-alimentação após a regulamentação, modalidade que não está sujeita aos mesmos limites de taxas e prazos previstos para o PAT.
A mudança está garantida?
A implementação está prevista para novembro, mas enfrenta obstáculos operacionais. A Abrasel afirma que as empresas responsáveis pelos cartões e as credenciadoras ainda precisam integrar seus sistemas para permitir o funcionamento pleno da interoperabilidade.
Segundo a associação, um dos problemas envolve o canal específico utilizado para processar transações com vales, que ainda não estaria funcionando plenamente.
A entidade também afirma que a falta de integração pode dificultar a identificação das modalidades de benefício utilizadas pelos consumidores e o controle financeiro dos estabelecimentos.
Quais são as punições?
O descumprimento das regras aplicáveis ao PAT pode resultar em sanções administrativas e financeiras.
Entre as penalidades previstas estão:
- Multas;
- Autuações;
- Descredenciamento do programa;
- Cobrança de benefícios fiscais anteriormente utilizados, quando cabível.
As consequências dependem da infração identificada e podem atingir operadoras, empresas participantes do programa e estabelecimentos comerciais.
O que dizem as operadoras?
Empresas do setor questionam na Justiça pontos do decreto que regulamentou as mudanças no PAT. Entre os argumentos apresentados está a contestação dos limites tarifários e da imposição de alterações estruturais por meio de decreto.
Algumas operadoras conseguiram decisões provisórias que suspenderam parte das exigências, mas as liminares foram posteriormente derrubadas, conforme as informações reunidas no material de referência.
A Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT) também manifestou preocupação com o modelo de arranjo aberto. A entidade argumenta que a ampliação da aceitação dos cartões pode dificultar o controle e a fiscalização dos estabelecimentos credenciados.
O que falta?
A implementação da interoperabilidade depende da integração dos sistemas das operadoras de benefícios e das empresas responsáveis pelas maquininhas.
Embora a regra esteja prevista para entrar em vigor integralmente em novembro, a avaliação da Abrasel é que ainda existem dificuldades técnicas para garantir o funcionamento em toda a rede. Para os trabalhadores, a expectativa é de ampliação das opções de uso dos cartões, mas a efetiva disponibilidade dependerá da conclusão dessa integração.
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