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Polícia Civil cumpre mandados contra investigados por homicídio em Campo Verde

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (13.10), a Operação Colaterais, para cumprimento de ordens judiciais contra dois irmãos, investigados pelo homicídio de Valdelírio Boaventura, ocorrido no mês de setembro no município de Campo Verde.

A operação tem como objetivo dar cumprimento a quatro ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão, expedidos pela 3ª Vara Criminal de Campo Verde. O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (Derf) e da Delegacia Municipal de Primavera do Leste.

O crime ocorreu no dia 17 de setembro, quando dois homens invadiram a residência da vítima e efetuaram cinco disparos de arma de fogo em sua direção. Para a execução da vítima, os criminosos utilizaram um revólver calibre. 38, pelo menos dois disparos atingiram a vítima, que foi a óbito no local.

Assim que foi acionada, a equipe de policiais da Delegacia de Campo Verde iniciou as investigações, e após seis dias de diligências intensas, conseguiram reconstituir o itinerário dos investigados e esclarecer as autorias do crime.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Com base nos elementos reunidos, o delegado responsável pelas investigações, Gabriel Conrado Souza representou judicialmente pelos mandados de prisão e busca e apreensão contra os investigados sendo as medidas deferidas, com manifestação favorável do Ministério Público.

Durante as buscas nesta terça-feira (13), foram apreendidas as roupas utilizadas na execução do homicídio e diversos aparelhos celulares, que poderão contribuir para o aprofundamento das investigações, esclarecimento da motivação do crime e a identificação de outros possíveis envolvidos.

Operação Colaterais

O nome da operação faz referência ao vínculo familiar entre os investigados, que são irmãos. Do ponto de vista técnico-jurídico, irmãos são considerados parentes em linha colateral, o que inspirou a denominação da ação policial.

A Polícia Civil prossegue com os trabalhos para o cumprimento das demais medidas judiciais e o avanço das investigações.



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Polícia Civil prende homem investigado por ameaça contra companheira e posse ilegal de arma de fogo

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A Polícia Civil cumpriu, nesta terça-feira (13.10), um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 62 anos, investigado pelos crimes de ameaça no âmbito da Lei Maria da Penha e posse irregular de arma de fogo de uso permitido, em Araputanga.

A prisão foi resultado de diligências realizadas pelos policiais civis da Delegacia de Araputanga durante todo o feriado prolongado. A ação teve origem no dia 5 de outubro, quando o suspeito, que estaria embriagado, teria ameaçado a companheira e o filho adolescente do casal, de 15 anos, de morte apontando uma arma de fogo contra as vítimas.

Ele foi preso em flagrante e conduzido à Delegacia de Polícia de Araputanga, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante. Porém, na audiência de custódia, o investigado obteve a liberdade provisória. No dia 7 de outubro, ao ser acompanhado por uma equipe da Polícia Militar para retirar seus pertences da residência, a vítima informou aos policiais que havia outra arma de fogo no imóvel.

Com a autorização dela, a equipe localizou uma arma de fogo de fabricação artesanal, calibre .22, e uma faca. Os objetos foram apreendidos e encaminhados à Delegacia de Araputanga.

Diante do temor demonstrado pela vítima, que relatou receio por sua integridade física e pela vida do filho, além de histórico de ameaças e agressões ao longo da convivência, foi expedido mandado de prisão preventiva contra o investigado pela Vara Única da Comarca de Araputanga.

A partir de então, os policiais civis da Delegacia de Araputanga realizaram diligências ininterruptas, inclusive durante o feriado prolongado, para localizar o suspeito, que acabou preso nesta terça-feira, na casa de sua irmã.

Após a prisão, o homem foi apresentado à autoridade policial e encaminhado para exame de corpo de delito. Em seguida, foi recolhido à Cadeia Pública de Araputanga, onde permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Civil dará continuidade às diligências para esclarecer integralmente os fatos, incluindo a apuração dos episódios anteriores de violência e a localização da arma de fogo que teria sido utilizada nas ameaças no dia 5 de outubro.

A instituição reforça a importância de denunciar situações de violência doméstica e familiar, especialmente quando há ameaças de morte, agressões ou presença de armas de fogo, para que as autoridades possam adotar as medidas legais cabíveis.



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