Polícia
PM e Gefron prendem quatro homens e apreendem 31 quilos de maconha em Pontes e Lacerda
Polícia
Policiais militares da Força Tática do 12º Comando Regional e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) prenderam quatro homens por tráfico de drogas e apreenderam 31 quilos de substância análoga à maconha, na tarde desta quarta-feira (7.10), em Pontes e Lacerda.
As equipes receberam denúncias anônimas sobre um veículo Gol branco que estava fazendo o transporte de grande quantidade de drogas, em direção a uma residência. Os policiais se deslocaram ao endereço informado e encontraram uma casa de portão entreaberto onde uma moto estava entrando com um suspeito.
Os militares realizaram tentativa de abordagem e o homem correu para dentro da casa, sendo perseguido pelos policiais. Dentro do imóvel, o suspeito foi encontrado escondido em um dos cômodos, onde também estavam outros três homens, sendo todos eles detidos.
Nas buscas pela residência, o veículo Gol estava estacionado na área da casa. Nas buscas no carro, os policiais encontraram diversos sacos contendo tabletes de maconha, que totalizaram 31 quilos de drogas.
Questionados pela PM, um dos suspeitos revelou que havia recebido o material de um homem e que estava na residência aguardando o contato de outro criminoso que faria o recolhimento da droga. Ele não soube informar a identidade dos outros dois suspeitos envolvidos.
Os quatro homens receberam voz de prisão e foram levados para a delegacia da cidade, com toda a droga apreendida, para registro da ocorrência e demais procedimentos pertinentes.
Polícia
Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.
Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).
Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).
Investigações
As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.
No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.
Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade.
As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.
Descapitalização financeira
As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.
As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.
As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.
A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.
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