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Polícia Militar intercepta sequestro em residência e prende quatro criminosos

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Equipes do 12º Comando Regional da Polícia Militar prenderam quatro homens, com idades entre 18 e 22 anos, por roubo, porte ilegal de arma e sequestro, na madrugada desta quinta-feira (9.7), em Pontes e Lacerda. Na ação, os militares resgataram 10 vítimas mantidas como reféns e apreenderam duas armas de fogo que estavam com a quadrilha.

A PM foi acionada após receber denúncias de que quatro homens encapuzados teriam invadido uma residência, onde estava acontecendo uma festa de aniversário. Para o endereço, foram deslocadas equipes da Força Tática e do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), que montaram cerco ao redor da casa.

Durante a varredura externa, a equipe visualizou a porta central da casa aberta e entrou, seguindo para a parte dos fundos, sendo ouvida uma discussão entre vários indivíduos que abriam o portão para sair com uma caminhonete. Diante do fato, a equipe interceptou a ação e deteve os suspeitos.

Ao retornarem para a casa, os militares encontraram 10 vítimas, no interior da residência, sendo que algumas estavam com armas apontadas para a cabeça pelos criminosos, que faziam ameaças de atirar contra as vítimas. Algumas vítimas estavam com diversas lesões na cabeça.

Os policiais iniciaram negociação para a liberação dos reféns, que durou aproximadamente 30 minutos. Os assaltantes exigiram a presença da imprensa local e transmissão ao vivo do fato, para que pudessem se libertar. Após a chegada solicitada, os criminosos se renderam e foram presos pelos militares.

Com a quadrilha, foram apreendidas duas armas de fogo e munições. Eles foram conduzidos até a sede do 18º Batalhão de PM para registro do Boletim de Ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.



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Um policial penal atirou contra um jovem durante um encontro para a devolução de um celular.

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CUIABÁ – Um homem de 35 anos encontra-se em estado grave após ser baleado durante um encontro para a devolução de um aparelho celular, na noite desta quarta-feira (22), no bairro CPA IV, em Cuiabá. O caso, que envolve uma policial penal, é alvo de inquérito aberto pela Polícia Civil.

O caso

Segundo informações registradas pela Polícia Militar, o aparelho em questão havia sido perdido no último sábado (19), em um shopping da capital, por uma jovem de 18 anos. Após localizar o dispositivo via sistema iCloud, a proprietária teria sido contatada por um desconhecido que condicionou a devolução do item ao pagamento de uma quantia em dinheiro.

Na noite de quarta-feira, a mãe da jovem — que atua como policial penal — acompanhou a filha ao local marcado para a entrega. Conforme o boletim de ocorrência, a policial identificou-se e tentou realizar a abordagem do motociclista que faria a entrega. A PM relata que, diante de uma suposta reação do condutor, a policial efetuou disparos. O homem foi atingido por três tiros; um quarto disparo atingiu a motocicleta.

Versão da família

Familiares da vítima contestam a versão apresentada pelas autoridades. Em entrevista ao MTPlay no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), o irmão do baleado afirmou que ele não teve participação em qualquer negociação de extorsão. Segundo a família, o rapaz foi contratado apenas para realizar a entrega do objeto, pelo valor de R$ 100, sem conhecimento do histórico do aparelho ou de exigências financeiras feitas à proprietária.

Investigação

O jovem passou por procedimento cirúrgico e permanece internado sob cuidados médicos. Após o episódio, a policial penal deixou o local e deve se apresentar à Polícia Civil para prestar esclarecimentos, acompanhada de advogado.

A Polícia Civil trabalha agora para confrontar as versões apresentadas. A perícia técnica, a análise das circunstâncias da abordagem e o depoimento dos envolvidos serão fundamentais para determinar se houve abuso de autoridade, legítima defesa ou erro de conduta durante a ação.

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