Duas equipes da Força Nacional já estão a caminho para reforçar combate ao fogo no Pantanal

junho 26, 2024 Off Por Admin

Para contribuir no combate aos incêndios florestais no Pantanal, estão a caminho do Mato Grosso do Sul 82 bombeiros da Força Nacional. Saíram 42 militares do Distrito Federal em 15 viaturas e mais 40 do Rio Grande do Sul, com 10 caminhonetes e mais um caminhão de suprimentos. Ambas as equipes saíram nesta quarta-feira (26) e devem chegar nos próximos dias.

Esta ajuda foi concretizada após pedido do Governo de Mato Grosso do Sul, em um trabalho de integração com o Governo Federal e instituições competentes. Este esforço coletivo tem como intenção ampliar as ações para combater os focos de incêndio no Pantanal.

Os trabalhos na região continuam em pleno vapor, foram enviados 62 militares estaduais para substituírem as equipes de campo no combate aos incêndios florestais no entorno de Corumbá, além dos que compõem o Sistema de Comando de Incidentes (SCI), nas funções de planejamento, logística, operações, finanças e outras atividades.

O grupo de ação recebeu reforço de uma aeronave do ICMBio através do Governo Federal, totalizando 5 (aeronaves) Air Tractor, sendo uma do Corpo de Bombeiros e 4 do ICMBio, e  2 helicópteros do CGPA (Coordenadoria Geral de Policiamento Aéreo).

Na ação de campo de ontem (25) foi realizado o monitoramento da região do BR-262, próximo a ponte do Rio Paraguai, onde o foco foi controlado, restando apenas pontos de calor. Na região entre o Rio Miranda e Rio Abobral foram feitas ações durante todo o dia.

Foram empenhadas também 4 aeronaves Air Tractor próximo à Fazenda Baía Mondego, contando também com auxílio das equipes do PrevFogo, em direção a outra propriedade rural.

Na região do Abobral e Miranda foi realizado sobrevoo utilizando uma das aeronaves foram feitos pontos de atenção para traçar estratégias que alinhem o combate em conjunto com a equipe solo.

Outras ações são desenvolvidas de combate e monitoramento na região da Baía do Tamengo, próximo a Corumbá, assim como na região da Maracangalha.

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Foto: Divulgação