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Várzea Grande (MT), 23 de julho de 2018 - 08:41

Várzea Grande

04/07/2018 13:23

Intervenções provocam atraso e aumento de custo em obras do Fiotão, diz secretário

Fonte: Gabriel Oliveira- VGNews

Em reforma desde setembro de 2016, as obras do Ginásio Poliesportivo Júlio Domingos de Campos, popularmente conhecido como ‘’Fiotão’’, executadas pela empresa Lotufo em parceria com o Município, já sofreu três paralisações, por conta de adequações determinadas pelo Ministério Público.

Previsto para ser entregue em maio deste ano, a obra se prolonga por mais um ano, já que várias adequações ao projeto original estão sendo feitas. O Secretário de Comunicação de Várzea Grande, Marcos Lemos, o ‘’Marcão, disse que ocorreram atrasos por conta das burocracias exigidas pelo MP e que somente uma das paralisações, durou aproximadamente oito meses.

  

`O Ministério Público já paralisou essa obra duas ou três vezes e são paralisações que nós consideramos desnecessárias, mas estamos cumprindo o cronograma. Acreditamos que até  meados do primeiro semestre do ano que vem a obra estará pronta integralmente’’.

 O projeto inicial previa uma reforma total e transferência do terminal de ônibus da região do Ginásio, para a área do Aeroporto, onde ocorreria a integração com o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Porém a paralisação das obras do Veículo pelo Governo do Estado, fizeram a Prefeitura readequar o projeto novamente. Depois, exigências em relação a obras no entorno, arborizações e licenças ambientais por parte do Ministério Público, trouxeram novas mudanças.

 

‘’Nós conciliamos todas as decisões. Só ai já houve um atraso de aproximadamente oito meses, fomos questionados ainda se a nascente onde os caminhões pipas abastecem, passava pelo ginásio e desaguava no Córrego do Aeroporto. A Prefeitura cumpriu com as notificações, tirou as licenças ambientais, conseguiu a Autorização para Utilização (ALI) e todas as burocracias exigidas. Outra paralisação ocorrida foi por conta da arborização”, explicou Marcão.

 

Para Marcão, tudo isso causou prejuízos e alteração de custos.

“Quando você faz tomada de preço, de levantamento de custos, é para evitar isso, que em um período de menos de um ano não possam aumentar as coisas’’, lembrou. 

Durante o período de quase dois anos da obra, a obra foi de R$ 5,5 milhões para cerca de R$ 8,0 milhões, um reajuste de 44,38% ou R$ 2,5 milhões de reais. Em outubro de 2016, em uma das paralisações, foram exigidas licenças ambientais, pela promotora de Justiça, Maria Fernanda Côrrea da Costa.


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