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Várzea Grande (MT), 21 de julho de 2018 - 16:02

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27/06/2018 19:37 www.youtube.com

Após mais de 1 ano do AVC, Arlindo Cruz sairá do hospital nesta quinta

Por R7

 

O sambista Arlindo Cruz, 59, deve deixar o hospital nesta quinta-feira (28), após um ano e três meses de internação.

Ele sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) hemo

Segundo Wesley Cavalcante, seu assessor, o cantor já responde a estímulos motores e emocionais. Ele está internado no Hospital Placi, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro.

 

"Suas atividades motoras foram preservadas, respondendo a estímulos dos dois lados do corpo, como quando pedem para apertar a mão, fazer sinal de positivo, abrir os olhos e fechá-los, e também consegue ficar sentado", afirma.

O assessor informa que, segundo os médicos, o sambista deverá fazer reabilitação motora para a recuperação total dos movimentos.

Quanto à memória, Cavalcante afirma que está preservada, já que Arlindo se emociona ao ver a filha, Flora Cruz, 15. "Ele também sorri e gesticula, o quanto possível, ao ouvir um samba dele ou dos amigos".

Já em relação à fala, ele explica que os médicos estão realizando procedimentos para a recuperação e preservação das cordas vocais. No momento, Arlindo se alimenta por meio de sonda.

Cavalcante informa que dois enfermeiros darão suporte ao cantor em casa, que passou por adaptações, principalmente na entrada e no banheiro, para melhor acomodação do cantor.

Segundo o neurologista Fábio Porto, do Hospital das Clínicas de São Paulo, o tipo de AVC de Arlindo Cruz é mais raro, sendo o acidente vascular cerebral isquêmico – quando não há irrigação sanguínea suficiente devido à entupimento do vaso - o mais comum.

No caso do AVC hemorrágico, o sangue sai do vaso e vai direto para o cérebro por meio de um rompimento na artéria, pressionando o local e afetando a atividade que aquela parte do cérebro é responsável, que pode ser fala, memória, atividades motoras e visão.

Os danos provocados pelas lesões cerebrais dependem da quantidade de sangue e da zona atingida. “Cada caso é particular, às vezes, a lesão é pequena, mas o local ferido provoca repercussões grandes”, explica o neurologista.

Com a reabilitação, o cérebro é capaz de se adaptar e recuperar as atividades que foram afetadas, o que é chamado de neuroplasticidade.

 


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