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Várzea Grande (MT), 19 de junho de 2018 - 11:32

Política

06/03/2018 07:11

Jayme diz estar conversando com todos

EDUARDO GOMES- DIÁRIO DE CUIABÁ

“Enfrento Raimundo e todo mundo”. Com essa frase de impacto Jayme Campos respondeu a uma repórter se disputaria ou não o governo com Pedro Taques. Com a mesma desenvoltura verbal Jayme tratou de amenizar o recado, “Eleição tem várias etapas; agora estamos no campo das especulações e estou conversando com todos, com Bezerra, Nilson, Fávaro, Wellington, Percival, Pivetta, Pedro (Taques)... pois a verdadeira política é a arte da negociação”, resumiu. 
Principal líder dos democratas em Mato Grosso, Jayme foi governador e senador e por três vezes prefeito de Várzea Grande. Aliado do governador Pedro Taques (PSDB) na campanha que o levou ao Palácio Paiaguás, Jayme assumiu um discurso de independência partidária, que mesmo dito com cautela deixa claro que o DEM poderá entrar nas disputas majoritárias, o que em parte esbarraria no projeto de reeleição de Taques, já deflagrado, muito embora ele diga que somente falará em campanha após a Quaresma. “Primeiro vou comer a canjica”, com essa frase Taques desconversa sobre a busca de novo mandato. 
Jayme conversou ontem com jornalistas após uma audiência pública conjunta do Senado com a Assembléia Legislativa, em Cuiabá, para discutir a malha rodoviária federal em Mato Grosso. Além de sustentar que enfrenta todo mundo, revelou que seu partido recebeu importantes filiações nos últimos dias e que “novos companheiros virão”. 
Ao abordar as disputas majoritárias para governo e Senado Jayme lembrou que o DEM tem grandes nomes e dentre outros citou o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes; e o presidente da Assembleia, Eduardo Botelho. Em tom descontraído observou que seu irmão e também ex-governador e ex-senador Júlio Campos está em stand-by “para qualquer eventualidade”. 
Em tom otimista Jayme anteviu um cenário eleitoral muito bom para o DEM, que segundo ele estará bem fortalecido também para as disputas proporcionais em razão dos filiados que ora chegam ao partido. 
Falando sobre negociação, Jayme não economizou palavras. Porém, sobre ruptura ou coligação com Taques foi cauteloso e saiu pela tangente justificando que o calendário eleitoral data prazo específico para tudo, e que quando chegar o momento das convenções o partido – e não ele isoladamente – tomará a melhor decisão, mas sempre levando em conta a representatividade de seus quadros para preenchimento das candidaturas majoritárias e proporcionais. 
Jayme salientou que o DEM trabalha com pesquisas internas, tanto qualitativas quanto quantitativas, e que respeita muito os diagnósticos levantados pelos questionários dos pesquisadores. Admitiu que seu partido levará em conta as manifestações dos eleitores junto a sérios institutos de pesquisa. 
Sobre eventuais demissões de democratas que ocupam cargos comissionados no governo, caso seu partido rompa politicamente com Taques, Jayme sorriu. Destacou que o DEM nunca brigou por cargos e que não faz de nomeações razão para sua forma de conduta. Observou que o presidente regional de seu partido, o deputado Dilmar Dal’Bosco, é o líder de Taques na Assembleia, como parte do processo de contribuição dos democratas ao governo, mas que o amanhã político será escrito com as letras da ocasião. 


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