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Várzea Grande (MT), 18 de novembro de 2017 - 15:44

Cultura

03/03/2016 18:30

Denúncia aponta que documentos estão sumindo da Prefeitura de Leverger

Fonte:Lauro Nazário

Um funcionário da Prefeitura de Santo Antônio de Leverger, que pediu para não ser identificado, temendo sofrer violência, realizou denúncias na tarde desta quinta-feira, dia 03 de março, informando que tem pessoasescondendo e eliminando documentos guardados no prédio, que poderiam comprometer as investigações sobre a ações que envolve o nome do prefeito Valdir Castro (PROS).

A Prefeitura de Santo Antônio de Leverger está com duas investigações em andamento, uma pelo Tribunal de Contas do Estado, para averiguar possíveis irregularidades no processo licitatório de R$ 3,4 milhões e a outra é realizada pelo Ministério Público Estadual, que investiga a comercialização de combustíveis das empresas da família do atual prefeito (Valdir Castro) com a Prefeitura de Leverger, no período que ele ainda ocupava o cargo de vice-prefeito.

O funcionário não apontou nomes, apenas disse que depois que as notícias das investigações tanto TCE como do MPE tomaram conta dos principais meios de comunicação do estado, a ordem foi uma, “é só os documentos desaparecerem da Prefeitura, quero ver alguém comprovar alguma coisa”, revelou o denunciante ressaltando que a correria tomou conta dos corredores, para não deixar nenhum tipo de indício que possa ameaçar a permanência do prefeito no cargo.

Só no caso do MPE, a denúncia aponta que as empresas da família do atual prefeito Valdir Castro teria comercializado cerca de R$ 1 milhão, o que estaria infringindo várias Leis, entre elas o artigo 64 da lei orgânica do município, o que diz expressamente que o prefeito e o vice-prefeito, desde a posse, não podem manter vínculo de comercialização com suas empresas, sob pena de perda de mandato.

Como a maioria dos vereadores da Câmara Municipal de Santo Antônio de Leverger estão na base aliada do executivo e resolveram ferir os princípios da moralidade e legalidade, indo na contramão do MPE engavetando a denúncia sobre as supostas irregularidade cometidas pelo prefeito, o único caminho para investigar ou até punir o chefe do executivo, seja com afastamento e cassação é a justiça, o suposto sumiço dos documentos podem definitivamente acabar com qualquer hipótese de ameaço sobre o seu mandato.

Caso seja comprava a ação de extravio, sonegação ou inutilização de livro ou documentos públicos o funcionário estará cometendo o crime de supressão de documento público, de acordo com o artigo 314 do Código Penal Brasileiro, com pena prevista de 1 a 4 anos de reclusão.


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